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TEXTO I
Governo avalia aporte de R$ 6 bilhões nos Correios para conter rombo
Possível injeção de recursos públicos é discutida enquanto empresa tenta recuperar equilíbrio financeiro
Fábio Bouéri
O governo federal analisa a possibilidade de destinar até R$ 6 bilhões para reforçar o caixa dos Correios. A medida é discutida como alternativa para reduzir o impacto do prejuízo acumulado e dar sustentação ao plano de recuperação financeira da estatal.
A proposta ainda está em fase de avaliação. Integrantes da equipe econômica defendem cautela antes de qualquer decisão definitiva. A prioridade, neste momento, é acompanhar os resultados das medidas internas já adotadas para reorganizar as contas.
Correios seguem sob pressão
A empresa enfrenta um cenário considerado delicado, com sucessivos resultados negativos e aumento das despesas operacionais. O rombo financeiro acumulado elevou o nível de preocupação dentro do governo e ampliou a discussão sobre possíveis formas de socorro.
Mesmo assim, a liberação imediata de recursos não é tratada como certa. A ideia é observar se o plano de ajuste, iniciado recentemente, será suficiente para melhorar o desempenho sem necessidade de novo aporte direto do Tesouro.
No fim do ano passado, a estatal buscou reforçar o caixa por meio da contratação de empréstimos com garantia pública. O objetivo foi ganhar fôlego financeiro e viabilizar a execução de um pacote de reestruturação administrativa e operacional.
Entre as medidas previstas estão cortes de custos, revisão de contratos e mudanças na estrutura de funcionamento. A empresa também passou a estudar novas frentes de atuação para ampliar receitas e reduzir a dependência das atividades tradicionais.
Outro eixo do plano envolve a venda de imóveis considerados ociosos. A estratégia inclui a negociação de prédios administrativos, galpões e terrenos em diferentes regiões do país. A expectativa é levantar recursos para fortalecer o caixa e modernizar a operação logística.
Os valores desses ativos variam de acordo com a localização e tamanho. Alguns imóveis possuem alto valor comercial e podem gerar entrada relevante de capital. A direção da estatal aposta no fato de que essas medidas, combinadas, podem reduzir a necessidade de um aporte direto e acelerar o processo de recuperação financeira.
Fonte: BOUÉRI, Fábio. Governo avalia aporte de R$ 6 bilhões nos Correios para conter rombo. https://revistaouest.com/revista/economia/governo-avalia-aporte-de-r-6-bilhoes-nos-correios-para-conter-rombo/
Analise as afirmações abaixo antes de julgar o que se pede.
( ) Em “para reforçar o caixa dos Correios.” (1º par.), o vocábulo destacado determina o aspecto semântico do substantivo “caixa”, o qual seria alterado diante da presença do feminino.
( ) Em “...dar sustentação ao plano de recuperação financeira da estatal.” (1º par.), nota-se uma manutenção da semântica empregada e da classe morfológica da palavra em destaque, se tal passagem fosse reescrita da seguinte forma: “da empresa estatal”.
( ) Em “para reorganizar as contas” (2º par.), o vocábulo em destaque foi formado por derivação prefixal.
( ) Em “O rombo financeiro acumulado elevou o nível de preocupação dentro do governo e ampliou a discussão sobre possíveis formas de socorro.” (3º par.), os vocábulos destacados foram acentuados por possuírem tonicidade silábica distinta.
( ) Em “em diferentes regiões do país” (7º par.), a palavra destacada tem como justificativa de acentuação o fato de ser uma oxítona.
Considerando-se V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas, tem-se pela ordem a seguinte sequência.
V – F – V – F – F.
V – V – V – F – F.
F – V – F – V – V.
F – F – V – F – V.
V – F – V – V – F.