"Um sintoma é sempre conseqüência – e não causa – da doença, embora possa vir a tornar-se
causa de novos efeitos, ou de novos sintomas. Nesta medida, o exclusivo combate ao sintoma não
garante, de forma alguma, a remoção ou erradicação das causas da doença. Muito ao contrário: o
encobrimento ou abafamento de um sintoma pode gerar a perigosa ilusão de que a moléstia tenha
sido derrotada." (linhas 1-5)
Pode-se afirmar que a construção do parágrafo acima configura uma estrutura
essencialmente: