Questões de Concurso sobre A sintaxe do período composto

 
 
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Além dos possíveis benefícios à longevidade, na opinião da gerente de marketing Maddie Albon, que tem 29 anos e mora em Londres, a prática de diferentes modalidades também ajuda na performance individual de alguns esportes e até contribui para o bom humor.


(Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/ cd9ezpjwy23o.adaptado.)


Em relação à sintaxe do período, assinale a alternativa CORRETA.


A

A expressão "na opinião da gerente de marketing Maddie Albon" funciona como complemento nominal do substantivo "benefícios", integrando a estrutura do sintagma nominal inicial do período.


B

O segmento "que tem 29 anos e mora em Londres" constitui oração subordinada adjetiva explicativa, intercalada ao período, com função de acrescentar informação acessória sobre o referente "Maddie Albon".


C

A sequência verbal "ajuda na performance individual de alguns esportes e até contribui para o bom humor" configura período composto por coordenação sindética explicativa, em razão do valor argumentativo expresso pela conjunção implícita.


D

O trecho "Além dos possíveis benefícios à longevidade" exerce função de objeto indireto do verbo "ajuda", antecipado por deslocamento estilístico para a posição inicial do período.

No período "Mas hoje vejo que também pode ser amarelo.", a oração "que também pode ser amarelo" exerce função sintática específica na estrutura do enunciado. À luz da tradição gramatical e da análise da subordinação substantiva, assinale a alternativa correta quanto à sua classificação e função.


A

Classifica-se como oração subordinada adjetiva restritiva, retomando termo implícito e delimitando semanticamente o referente anterior.


B

Configura oração subordinada substantiva completiva nominal, vinculada ao advérbio "hoje", com valor de especificação temporal do conteúdo enunciado.


C

Constitui oração subordinada adverbial consecutiva, expressando resultado decorrente da percepção indicada pelo verbo da oração principal.


D

Trata-se de oração subordinada substantiva objetiva direta, exercendo função de complemento do verbo transitivo direto "vejo".

Ainda no texto, o período “E também quero mais tempo livre”, a oração é:


A

Coordenada sindética conclusiva.


B

Coordenada sindética aditiva.


C

Coordenada assindética.


D

Coordenada sindética explicativa.

Leia o poema “Língua-Mar”, do cearense Adriano Espínola (1952):


1 A língua em que navego, marinheiro,

na proa das vogais e consoantes,

é a que me chega em ondas incessantes

à praia deste poema aventureiro.


5 É a língua portuguesa, a que primeiro

transpôs o abismo e as dores velejantes,

no mistério das águas mais distantes,

e que agora me banha por inteiro.


9 Língua de sol, espuma e maresia,

que a nau dos sonhadores-navegantes

atravessa a caminho dos instantes,


12 cruzando o Bojador de cada dia.

Ó língua-mar, viajando em todos nós!

No teu sal, singra, errante, a minha voz.


Leia as afirmativas a seguir, feitas sobre o poema:


I. A primeira estrofe (linhas ou versos 1 a 4) é composta por três orações, sendo que a oração principal tem como sujeito “a língua”.

II. A outra oração, que começa no primeiro verso, é uma subordinada adjetiva restritiva.

III. Na linha 13, a expressão “língua-mar” exerce a função de sujeito.

IV. O entusiasmo do poeta pela língua portuguesa faz com que ele a considere acima das outras.

V. Na última linha, o verbo “singrar” é sinônimo de “navegar”.

VI. A presença do mar – em termos como “espuma”, “nau”, “navegantes”, “sal” – é uma referência à exploração portuguesa de novas terras.


Assinale a alternativa CORRETA:


A

Somente as afirmativas I, II, III e V são verdadeiras.


B

Somente as afirmativas I, II, V e VI são verdadeiras.


C

Somente as afirmativas I, III IV e V são verdadeiras.


D

Somente as afirmativas II, IV e VI são verdadeiras.


E

Somente as afirmativas III, IV e VI são verdadeiras.

Considerando a estrutura sintática do período "Aprimorar suas habilidades de comunicação é um investimento valioso que pode levar a um crescimento pessoal significativo e ao destaque no mercado de trabalho.", é CORRETO afirmar que a oração "Aprimorar suas habilidades de comunicação" trata-se de uma oração subordinada:


A

substantiva objetiva direta reduzida de infinitivo, porque complementa o predicado "é um investimento valioso", funcionando como objeto exigido pelo núcleo verbal e podendo ser substituída por um pronome demonstrativo neutro.


B

adjetiva explicativa reduzida de infinitivo, uma vez que caracteriza o termo "investimento valioso", acrescentando-lhe uma informação acessória e podendo ser isolada por vírgulas sem prejuízo estrutural do período.


C

adverbial causal reduzida de infinitivo, visto que expressa a razão pela qual o investimento é considerado valioso, estabelecendo relação lógico-discursiva de causa em relação à oração principal.


D

substantiva subjetiva reduzida de infinitivo, pois ocupa a posição de sujeito do verbo de ligação "é", constituindo o termo nuclear da predicação e sendo indispensável para a completude sintático-semântica do enunciado.

Considere a frase abaixo.


“O relatório técnico, que foi elaborado pela comissão responsável após meses de análise minuciosa dos dados coletados em diferentes regiões do país, apresentou conclusões divergentes das inicialmente esperadas.”


Com base na análise sintática da oração destacada, assinale a alternativa correta.


A

A oração “que foi elaborado pela comissão responsável após meses de análise minuciosa dos dados coletados em diferentes regiões do país” é uma oração subordinada adjetiva restritiva, pois delimita o sentido do termo “relatório técnico”.


B

A oração “que foi elaborado pela comissão responsável após meses de análise minuciosa dos dados coletados em diferentes regiões do país” exerce valor sintático de aposto explicativo, funcionando como oração subordinada adjetiva explicativa.


C

A oração “que foi elaborado pela comissão responsável após meses de análise minuciosa dos dados coletados em diferentes regiões do país” é uma oração subordinada substantiva explicativa, pois acrescenta uma informação acessória ao período.


D

A oração “que foi elaborado pela comissão responsável após meses de análise minuciosa dos dados coletados em diferentes regiões do país” estabelece relação de coordenação explicativa, introduzida pelo pronome relativo “que”.

O trecho “Com o argumento de aproximar a polícia da sociedade” (primeiro parágrafo do Texto 1) introduz uma relação semântica de


A

proporção ligada ao sucesso da classe policial nas redes.


B

condição imposta à rotina tática dos guardas municipais.


C

finalidade associada à justificativa prévia da ação digital.


D

conclusão a respeito dos dados apresentados na manchete.


E

oposição em relação ao regimento interno da gestão pública.

Em “Não pretende atingir nenhuma “verdade”; pretende abrir nossa mente para as inúmeras percepções de mundo, que existem nos universos mentais das pessoas”, o valor semântico existente entre a primeira oração e o resto do período é


A

causa.


B

proporção


C

conclusão.


D

comparação.

“Se queremos que os alunos sejam proativos, precisamos adotar metodologias em que os alunos se envolvam em atividades cada vez mais complexas.”


Considerando o trecho e os processos sintáticos envolvidos, é correto afirmar que a estrutura sintática em destaque exemplifica um caso de hipotaxe, pois apresenta:


A

oração subordinada adjetiva explicativa, cuja função é caracterizar o termo “alunos”


B

oração coordenada sindética condicional, ligada à oração principal por meio da conjunção “se”.


C

oração subordinada adverbial condicional, estabelecendo relação circunstancial sem função sintática argumental.


D

oração coordenada assindética, unida à oração principal por justaposição.


E

oração subordinada substantiva objetiva direta, introduzida pela conjunção integrante “que”, funcionando como complemento do verbo “queremos”.

No texto, o segmento “Mas não foi isso que aconteceu” (linhas 5-6) expressa uma ideia de


A

oposição.


B

consequência.


C

explicação.


D

conclusão.


E

adição.

Analise as proposições que evidenciam características de período composto:


I. A coordenação não estabelece dependência sintática entre as orações.

II. A subordinação implica dependência sintática.

III. Orações coordenadas podem estabelecer relação semântica de oposição.


A

Apenas I é verdadeira.


B

Apenas I e II são verdadeiras.


C

Apenas II e III são verdadeiras.


D

I, II e III são verdadeiras.


E

Apenas III é verdadeira.

Ainda no texto, o período “mas não vá...”, é uma oração:


A

Coordenada assindética.


B

Coordenada sindética conclusiva.


C

Coordenada sindética explicativa.


D

Coordenada sindética adversativa.

“Nos solidarizamos com os profissionais da saúde, que enfrentam longas e exaustivas jornadas de trabalho e que estão vivendo sob constante estresse [...]”


A oração subordinada destacada, no período anterior, tem função sintática de:


A

Objeto indireto.


B

Adjunto adverbial.


C

Aposto explicativo.


D

Adjunto adnominal.

Os fótons podem ser convertidos em matéria, absorvidos por átomos ou transferir energia para elétrons, mas essa energia permanece no sistema.


Assinale a alternativa correta quanto à classificação das relações de coordenação estabelecidas no período.


A

A construção evidencia relação conclusiva no desenvolvimento do período, em que o segmento final retoma as ações anteriores como desdobramento lógico decorrente das possibilidades apresentadas anteriormente.


B

A conjunção "ou" estabelece relação explicativa entre os termos, ao passo que "mas" introduz continuidade do raciocínio desenvolvido no período de forma negativa.


C

O conectivo "ou" estabelece relação adversativa de exclusão entre as ações, enquanto "mas" atua como marcador de adversidade no período.


D

Há coordenação com valor alternativo entre as ações atribuídas aos fótons, além de coordenação adversativa introduzida por "mas", que estabelece oposição entre as possibilidades e a permanência da energia.


E

O período organiza as ações em sequência com valor aditivo, em que as estruturas se acumulam por enumeração, com predominância de relação alternativa ou adversativa entre os segmentos apresentados.

O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 10.


A surpreendente rotina de sono que era a regra na Idade Média (e por que a abandonamos)


Por volta das onze horas da noite de treze de abril de 1699, em uma aldeia do norte da Inglaterra, Jane Rowth, de nove anos, despertou ao lado da mãe. A mulher levantou-se, foi até a lareira e começou a fumar o cachimbo, quando dois homens surgiram à janela e a chamaram para acompanhá-los. Jane relataria depois que a mãe parecia esperá-los. Antes de sair, sussurrou à filha que ficasse deitada e que voltaria pela manhã. Não voltou: foi assassinada naquela noite, e o crime jamais foi esclarecido.

No início dos anos 1990, o historiador Roger Ekirch encontrou o depoimento de Jane no Escritório de Registros Públicos de Londres, ao pesquisar a história das horas noturnas. Ele via nos registros judiciais fontes privilegiadas para compreender hábitos cotidianos. Até então, acreditava que o sono fosse uma constante biológica, sem grandes variações históricas. O testemunho de Jane o fez rever essa ideia: ela mencionava ter acordado do primeiro sono como algo absolutamente normal, o que sugeria uma noite dividida em duas partes.

A partir daí, Ekirch encontrou inúmeras referências ao chamado sono bifásico. Não era exclusivo da Inglaterra: na França e na Itália também. Há indícios do hábito na África, na Ásia, na Austrália, no Oriente Médio e no Brasil. Um registro do Rio de Janeiro, de 1555, relata que os tupinambás comiam após o primeiro sono; no século 19, textos de Mascate, em Omã, descrevem o recolhimento antes das vinte e duas horas. Para Ekirch, o sono em dois períodos foi dominante por milênios, com referências desde A Odisseia, do século 8 a.C., até o início do século 20.

No século 17, a rotina noturna começava cedo. Entre vinte e uma e vinte e três horas, quem podia, deitava-se em colchões simples; os mais pobres dormiam sobre plantas ou no chão. Dormir em conjunto era comum, exigindo regras de conduta e posições definidas na cama. Após cerca de duas horas, muitos despertavam naturalmente para a vigília, que se estendia da noite até por volta de uma hora da manhã. Esse intervalo era usado para diversas tarefas: alimentar o fogo, cuidar de animais, remendar roupas, preparar materiais domésticos. Também havia espaço para práticas religiosas, reflexões, conversas e intimidade entre casais, quando a exaustão do trabalho já havia diminuído.

Depois desse período acordado, retornava-se à cama para o segundo sono, considerado o sono da manhã, que durava até o amanhecer. Ekirch aponta referências ao sistema desde a Antiguidade, em autores como Plutarco, Pausânias, Lívio e Virgílio. Entre cristãos, a vigília ganhou importância: no século 6, São Bento determinava que monges se levantassem à meia-noite para orações, prática que se difundiu para além dos mosteiros.

A divisão do sono também ocorre no mundo animal. Muitas espécies repousam em períodos separados, adaptando-se às condições ambientais. O lêmure-de-cauda-anelada, por exemplo, apresenta padrões semelhantes aos humanos pré-industriais. Para o pesquisador David Samson, da Universidade de Toronto, essa diversidade entre primatas levanta a hipótese de que humanos também tenham evoluído para um sono segmentado.

Ekirch encontrou respaldo científico ao conhecer, em 1995, um experimento conduzido por Thomas Wehr, nos Estados Unidos. Quinze homens, submetidos a redução da exposição à luz, passaram a dormir em dois períodos separados por vigília após algumas semanas. A melatonina indicou ajuste biológico do ritmo circadiano. Mais tarde, Samson observou padrão semelhante em uma comunidade sem eletricidade em Madagascar, sugerindo que o sono bifásico persiste em regiões remotas.

Para Ekirch, o abandono desse modelo a partir do século 19 se relaciona à Revolução Industrial. A expansão da iluminação artificial permitiu ficar acordado até mais tarde, sem alterar a exigência de acordar cedo, comprimindo o descanso. O primeiro sono se prolongou, o segundo se reduziu, até desaparecer. Embora experimentos indiquem que a luz artificial, isoladamente, talvez não explique tudo, no fim do século 20 o sono segmentado havia sido esquecido.

Essa mudança também alterou comportamentos e expectativas. Acordar cedo passou a ser sinônimo de produtividade, e despertares noturnos se tornaram fonte de ansiedade. Ekirch observa que saber que acordar no meio da noite já foi normal pode aliviar parte desse pânico, sem minimizar os distúrbios do sono atuais. Ele ressalta que o abandono do sono bifásico não implica, necessariamente, pior qualidade de descanso. Em muitos aspectos, o século 21 oferece condições mais seguras e confortáveis: menos riscos, mais conforto, menos ameaças físicas. Assim, embora possamos ter perdido conversas noturnas e reflexões da vigília, ganhamos noites mais protegidas e previsíveis.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgjnpv845dxo.adaptado.



Depois desse período acordado, retornava-se à cama para o segundo sono, considerado o sono da manhã, que durava até o amanhecer.


Em relação à sintaxe do período, assinale a alternativa CORRETA.


A

O período contém uma oração subordinada adverbial temporal e uma oração reduzida de gerúndio, ambas responsáveis por indicar circunstâncias da ação verbal.


B

O período é composto por uma oração subordinada substantiva e por uma oração coordenada explicativa, ambas vinculadas semanticamente ao verbo "retornar".


C

O período apresenta uma oração reduzida de particípio e uma subordinada adjetiva explicativa; esta última referida explicitamente ao substantivo "sono".


D

O período organiza-se por duas orações subordinadas adjetivas restritivas, entendidas como essenciais para delimitar o referente nominal mencionado no enunciado.

Analise a articulação das ideias promovida pelo uso de conjunções no seguinte excerto:


"O prejuízo não é só ambiental, mas também na saúde pública, na economia, no turismo e na qualidade de vida".


Assinale a alternativa que indica corretamente o sentido construído:


A

Contrariedade.


B

Conclusão.


C

Adversidade.


D

Adição.


E

Oposição.

No período do texto “e entregar-se a todos os amores”, temos uma oração:


A

Coordenada assindética.


B

Coordenada sindética aditiva.


C

Coordenada sindética conclusiva.


D

Coordenada sindética explicativa.

No período "Por isso, é importante permitir que as palavras expressem nossos sentimentos e buscar apoio quando necessário", considerando a estrutura sintática e o valor funcional da oração "que as palavras expressem nossos sentimentos", assinale a alternativa que classifica corretamente essa oração no contexto em que ocorre.


A

Oração subordinada substantiva objetiva direta, exercendo função de complemento verbal do infinitivo "permitir", sem intermediação preposicional.


B

Oração subordinada adverbial final, indicando finalidade do predicado principal, introduzida por conjunção integrante com valor circunstancial.


C

Oração subordinada substantiva subjetiva, funcionando como sujeito posposto da forma verbal impessoal "é", estruturada em predicado nominal.


D

Oração subordinada substantiva completiva nominal, vinculada ao adjetivo "importante", integrando-lhe o sentido por exigência regencial.


E

Oração subordinada coordenada sindética explicativa, relacionada à oração reduzida de infinitivo "buscar apoio", com valor justificativo.

Assinale a alternativa em que a oração destacada é subordinada adverbial condicional:


A

Estudou tanto que foi aprovado.


B

Não compareceu porque estava doente.


C

Se houver recursos, a questão será anulada.


D

Quando o resultado saiu, todos comemoraram

Assinale a alternativa que apresente a função sintática exercida pela oração subordinada em destaque no período: O objetivo da missão é transportar cinco satélites e três experimentos para o espaço.


A

Objeto Direto.


B

Sujeito.


C

Objeto Indireto.


D

Predicativo.


E

Aposto.

   
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