“O aposto é o termo de caráter nominal que se junta a um substantivo, a um pronome, ou a um equivalente destes, a título de explicação ou de apreciação. (...) Entre o aposto e o termo a que ele se refere há em geral pausa, marcada na escrita por uma vírgula”. (CUNHA & CINTRA, 2013, p.169-170)
Considerando-se esse conceito, NÃO há aposto no fragmento destacado em
“Esse alguém continua ali, mas uma presença espectral vem à tona.”
“... é disso que se trata na falácia do espantalho, uma das mais famosas na arte de vencer debates sem precisar ter razão.”
“É essa pessoa, cujo corpo e cuja presença são como que jogados fora, que é transformada em um boneco num jogo de argumentos.”
“A falácia não é simplesmente o argumento, mas toda a situação do argumento, como vemos acontecer com as fake News, verdadeira era da desinformação planificada.”