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A colocação do pronome oblíquo átono destacado está de acordo com o que prevê a norma-padrão da língua portuguesa no seguinte período:
Consideraria-se o QA mais importante que o QI há duas décadas?
Se busca investir naquilo que pode fazer a diferença entre a máquina e o homem.
As mudanças no mercado de trabalho jamais dar-se-ão sem investimento no capital humano.
Os candidatos que saem-se melhor nas entrevistas são contratados mais rapidamente.
Alguns se consideram mais preparados para enfrentar adversidades no trabalho do que em família.
Assim como no trecho “E, ainda perplexa, encaminhávamo-nos para a escola.” (l. 35-36), a colocação do pronome destacado respeita a norma-padrão da língua portuguesa, em:
Pediria-lhes para considerar a possibilidade da eternidade.
A curiosidade não leva-nos a atitudes bobas e despropositadas.
O prazer que experimenta-se com o sabor dos doces é enorme.
Poucos se impressionam com a descoberta da possibilidade da eternidade.
Nos perguntamos até quando vamos sonhar com uma vida eterna de prazer.
No trecho “têm que se arriscar nas ruas”, temos um exemplo de correta colocação pronominal. Assinale a alternativa na qual a colocação pronominal está INCORRETA.
Não me venha com mentiras!
Em se tratando de culinária, ele é mestre.
Ele visitar-me-á na próxima semana.
Quando me ouvires, agirás corretamente.
Não sei o que estou fazendo, me parece que nunca ouvi falar sobre este assunto.
Assinale a alternativa em que o pronome em destaque pode ser colocado depois do verbo, considerando as regras para colocação pronominal.
“[…] não nos surpreende [...]”.
“[…] não se pode negar [...]”.
“[…] as sensações que nos provocam [...]”.
“[…] fazer com que se sintam bem […]”.
“As unidades habitacionais se tornaram mais compactas [...]”.
O pronome pessoal oblíquo átono destacado em “Ela nos espiava em silêncio: (...)” (12º parágrafo) pode mudar de posição em relação ao verbo; assinale a alternativa em que isso também pode ocorrer:
“Eu já começara a adivinhar que ela me escolhera para eu sofrer, (...)” (9º parágrafo);
“Mas, adivinhando-me mesmo, às vezes aceito: (...)” (9º parágrafo);
“(...) comprimindo-o contra o peito.” (13º parágrafo);
“Fingia que não o tinha, (...)” (14º parágrafo).
Quanto à colocação dos pronomes átonos, marque a alternativa incorreta.
O professor entregou o prêmio ao aluno, o abraçando com emoção.
Quando o recebo na minha casa, fico feliz.
Tudo se fez como você recomendou.
Bem, luta-se ou não se luta?
Viver é adaptar-se.
Um desses usos encontra-se na quarta linha – enchi ele – e diz respeito à colocação pronominal e anáforas que, fora do contexto literário, ou seja, em situações que exigem maior formalidade, requer adequações. Vejamos:
Há uma única possibilidade: Fiz um bolso aqui no peito e enchi-o de bondade – ênclise.
Há duas possibilidades: Fiz um bolso aqui no peito e enchi-o de bondade – ênclise, e Fiz um bolso aqui no peito e enchi de bondade – anáfora zero.
Há uma única possibilidade: Fiz um bolso aqui no peito e enchi de bondade – anáfora zero.
Há duas possibilidades: Fiz um bolso aqui no peito e o enchi de bondade – próclise, e Fiz um bolso aqui no peito e enchi ele de bondade (ênclise com outra realização pronominal).
Sobre as regras de colocação pronominal, o pronome oblíquo átono ficará proclítico ao verbo por causa dos seguintes fatores que o atraem, exceto:
Palavras de valor negativo (não, nunca, jamais, ninguém, nada, nem [= e nem] etc.).
Advérbios (até mesmo se houver pausa depois do advérbio) e pronomes indefinidos.
Pronomes relativos.
Conjunção coordenativa alternativa.
A alternativa em que o pronome oblíquo átono está em posição proclítica em virtude da presença de palavra atrativa é
“‘[...] não há qualquer gesto de ajuda de que algo virá nos salvar de nós mesmos [...]’” (Linha 30)
“Mas as lições e experiências se perpetuam através das poucas pessoas [...]” (Linhas 58-59)
“‘Quando me encontrava preso, na cela de uma cadeia [...]’” (Linha 1)
“[...] ele perde potência como experiência e se torna um símbolo [...]” (Linhas 53-54)
“O efeito Terra, inevitavelmente, se perde na distância entre nós e o pálido ponto azul” (Linha 58)
Na oração “A mídia parece servir-se dos mesmos procedimentos”, o pronome oblíquo átono encontra-se na posição
enclítica – em orações iniciadas com verbos.
enclítica – em orações reduzidas do infinitivo.
enclítica – em orações reduzidas de gerúndio.
proclítica – por apresentar palavra atrativa (pronome relativo).