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Em relação à colocação do pronome oblíquo átono, segundo a norma culta, analisar os itens abaixo:
I. Lhe chamou para uma importante reunião.
II. Nunca me faltou com respeito.
Os itens I e II estão corretos.
Somente o item I está correto.
Somente o item II está correto.
Os itens I e II estão incorretos.
Em relação à colocação do pronome oblíquo “me” em “A cibernética me atrai”, analise as afirmativas a seguir:
I. Ocorreu a próclise.
II. Ocorreu a ênclise.
III. A próclise é opcional nessa frase.
IV. A ênclise é obrigatória devido ao verbo no imperativo.
V. A próclise é obrigatória devido ao substantivo “cibernética”.
É correto o que se afirma
apenas em I e V.
apenas em I e III.
apenas em II e IV.
apenas em I, III e V.
Em qual das alternativas se observa uma colocação pronominal que não atende às regras da norma padrão da língua portuguesa?
Não se fazem mais promoções como antigamente.
Me ajude a te ajudar, meu bem!
Quem se disponibilizará a vigiar os documentos?
Deus te crie, guri!
Nos excertos: “Ponho-me às vezes (...)' e “(...) e foi-me enumerando (...)”, a colocação pronominal se justifica:
por opção estilística do autor.
pelo verbo, no futuro, exigir a mesóclise.
por não se iniciar oração com pronome oblíquo.
pela preferência do brasileiro à próclise.
A colocação do pronome oblíquo em: “Rótulos não a impressionam.” deve-se à:
obrigatoriedade da próclise em orações com pronome indefinido.
próclise ser obrigatória em orações exclamativas.
oração apresentar uma conjunção subordinativa.
obrigatoriedade da próclise em orações com advérbio anteposto ao verbo.
Assinale a alternativa em que a reescrita de informações textuais atende à norma-padrão de colocação pronominal.
Antes que ela esclareça onde está a acha, ele por ele mesmo já tinha notado-a, homem seu que é.
Ela às vezes instiga o homem, dizendo-lhe: “aquela acha ainda não pegou e você não atiçou-a”.
Como ela esquece de atiçar o fogo, pois não é seu papel, o seu homem dedica-se a essa missão.
Ela acha que aquilo vai acabar. Não é ao fogo que refere-se, certamente refere-se ao que sente.
Se apercebendo de que chovia nas árvores, ela não pôde acreditar que tanto lhe fosse dado.
Na passagem “(...) o primeiro passo é multiplicar expressões que me desloquem do centro do universo.” (l. 16), o pronome oblíquo destacado está proclítico em relação ao verbo, atendendo à norma padrão da Língua Portuguesa. Assinale a alternativa em que a posição do pronome oblíquo em relação ao verbo não atende à norma padrão citada.
Bons ventos o levem! – exclamou.
Ninguém me disse que você estava passando mal!
Que poderá dizer-nos após tão vergonhosa derrota?
Queria mesmo adivinhar o que tinha-se passado na noite anterior.
Assinale a alternativa cujo uso pronominal, entre parêntesis, corresponde à expressão destacada na frase, segundo a norma-padrão da Língua Portuguesa.
Queira “coisas boas” para a vida. (Queira-lhes)
Recomeçar é “dar uma nova chance” a si mesmo. (lhe dar)
“Coisas pequenas teremos”. (Teremo-las)
É porque “fechaste a porta” até para os anjos. (fechaste-na)
Assinale a alternativa em que a colocação pronominal esteja CORRETA.
Me interessei pelo programa assim que tomei conhecimento.
Não fazem-se mais como antigamente.
Nunca te vi tão raivoso como agora.
Lhe amo mais que tudo.
Com relação à colocação pronominal, no período “...sem questioná-la, e sem que eu também pudesse fazê-lo”, os pronomes “la” e “lo” estão ocupando que posição e por qual motivo?
Enclítica, devido aos verbos conjugados no infinitivo.
Enclítica, devido aos verbos conjugados no presente.
Proclítica, por serem atraídos pelos verbos que os antecedem.
Mesoclítica, porque os verbos estão no futuro do presente.