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Em “geri-las” (segundo período do primeiro parágrafo) e em “estudá-los” (último período do primeiro parágrafo), as formas pronominais exercem a função de complemento das formas verbais a que se ligam e referem-se a “áreas” e a “crimes”, respectivamente.
Certo
Errado
Leia as frases abaixo.
I. O pai de família tem medo da fome.
II. Na Páscoa, as pessoas gostam de comprar ovos de chocolate.
III. Na igreja, aprendemos a amar a Deus sobre todas as coisas.
IV. Meus amigos, que noite maravilhosa!
V. Não sabemos tudo, aliás, atrevo-me a dizer que não sabemos nada.
Os termos destacados nas frases são, respectivamente:
Complemento nominal; Objeto indireto; objeto direto; vocativo; objeto indireto.
Complemento verbal; Objeto direto; Objeto indireto; Vocativo; Objeto indireto.
Complemento nominal; Objeto indireto; Objeto indireto; Vocativo; Objeto direto.
Complemento nominal; Objeto indireto; Objeto direto preposicionado; Vocativo; Objeto direto.
Complemento verbal; Objeto direto; Objeto indireto; Vocativo; Objeto direto.
Releia o parágrafo que segue:
O campeão olímpico de vôlei Alexandre Samuel, o Tande, contou em um story de sua página pessoal do Instagram que sofreu um infarto NA ÚLTIMA SEXTA-FEIRA (12/
O trecho "NA ÚLTIMA SEXTA-FEIRA" exerce a seguinte função sintática:
Adjunto Adnominal.
Complemento Nominal.
Complemento Verbal.
Adjunto Adverbial.
No primeiro período do texto, “A representação comercial é considerada uma das profissões mais antigas do mundo e de vital importância para a comercialização de produtos.”, a expressão “de produtos” classifica‑se, sintaticamente, como
adjunto adnominal.
complemento nominal.
agente da passiva.
complemento verbal.
aposto especificativo.
Tendo em vista o fragmento adaptado do texto “Os medicamentos atualmente aprovados são moléculas grandes”, assinale a alternativa correta.
O sujeito é classificado como composto.
A oração apresenta adjunto adverbial.
O predicado é classificado como verbal.
O termo “medicamentos” é um adjunto adnominal do sujeito.
O fragmento apresenta complemento verbal.
No trecho “Fechou os olhos, e quando os abriu, estava num corpo franzino, [...]” (7º§), a função gramatical da expressão “e quando os abriu” (7º§) é:
Complemento verbal.
Oração coordenada aditiva.
Oração subordinada adverbial.
Oração coordenada substantiva apositiva.
Leia com atenção a afirmativa abaixo:
Rubens visava o cargo mais alto do escritório.
Assinale a alternativa que identifique a natureza do erro presente na sentença acima:
Há erro de regência nominal.
Há erro de complemento nominal.
Há erro de regência verbal.
Há erro de complemento verbal.
Na frase “Deixe-os sair para mitigar o escarcéu aqui dentro”, o termo em destaque tem função sintática de:
Complemento verbal de “deixe”.
Objeto direto de “deixe”.
Sujeito do verbo “sair”.
Verbo de ligação.
O termo “um tempo” (linha 21) funciona sintaticamente como complemento verbal.
Certo
Errado
Em “A família entregou a casa ao proprietário semana passada”, o verbo que exige o mesmo tipo de complemento que o sublinhado está na alternativa:
Victor sempre aspirou ao cargo de chefia.
Dei-lhe flores na hora da despedida.
Toda aquela bagunça confundiu-me.
Fomos à escola de ônibus ontem.
Considere o excerto: “o artigo confirma que as FRBs são eventos comuns no cosmos e que podemos usá-las para detectar a matéria entre as galáxias”. Nesse contexto, a função do pronome oblíquo em posição enclítica é a de:
complemento verbal.
sujeito sentencial.
adjunto adverbial.
complemento nominal.
adjunto adnominal.
No primeiro período do segundo parágrafo, a oração “Ridicularizar Descartes” funciona como complemento da forma verbal “tornou-se”.
Certo
Errado
Na análise sintática, destacamos, como termos integrantes da oração, o complemento nominal e o complemento verbal, que pode ser objeto direto ou objeto indireto.
Certo
Errado
Os respectivos complementos verbais das formas verbais apresentadas no título (vira, vence e amplia), não estão explícitos. Pode-se dizer, por meio do contexto, que estes são, respectivamente:
Time, jogo e vantagem.
O jogo, o Boca Juniors e vantagem.
Cruzeiro, time e amplia.
Placar, Cruzeiro, vantagem.
Time, placar, jogo.
Observe os seguintes termos constituintes da oração:
I.Adjunto adnominal.
II.Agente da passiva.
III.Aposto.
IV.Complemento verbal.
V.Predicado.
VI.Sujeito.
Quais deles são considerados termos essenciais da oração?
I e IV.
II, IV e VI.
I, III e V.
V e VI.
Assinale a alternativa correta.
No trecho “A média de atenção humana [...] havia regredido para míseros oito segundos [...]”, a substituição de “para” por “a” não causaria prejuízo gramatical ou interpretativo.
Em “O iPhone não nasceu bem [...]”, a palavra destacada possui o sentido oposto ao de “mau” e desempenha a função sintática de complemento verbal de "nasceu".
No trecho “Ao mesmo tempo, foram aparecendo sinais de que algo não andava bem.”, o sujeito gramatical, que mantém uma relação de concordância com a locução verbal em destaque, foi elidido.
Em “A média de atenção humana, segundo um estudo da Microsoft, havia regredido para míseros oito segundos [...]”, o item destacado é um verbo impessoal e, por isso, se conjuga na terceira pessoa do singular.
Em “[...] o instinto humano de encontrar algo interessante, e prestar atenção àquilo, é tão primal quanto as necessidades fisiológicas.”, o item destacado contém a desinência “-o”, que indica ser do gênero gramatical masculino.
Assinale a alternativa correta.
Em “Através dos seus passinhos, as colegas sabem a distância, direção e qualidade do alimento que a mensageira encontrou.”, o trecho destacado é complemento verbal de “sabem”.
Em “Cientistas descobriram que, durante a juventude, elas aprimoram esses movimentos [...]”, o sujeito do verbo em destaque é “cientistas”, visto que ambos (sujeito e verbo) concordam em número.
Em “[...] parcialmente moldada pelo aprendizado social e compartilhamento de técnicas”, a expressão destacada funciona como complemento nominal de “compartilhamento”.
Em “[...] elas tiveram que descobrir os segredos da dança por conta própria [...]”, a expressão destacada funciona como complemento verbal de “segredos”.
Em “[...] quando as operárias novatas perdiam as aulas de dança”, a expressão destacada é complemento verbal e precisa estar no plural para concordar com o sujeito “as operárias novatas” e com o verbo “perdiam”.
Conforme a classe de palavras e a função sintática dos termos sublinhados em “Isso quer dizer que, enquanto suas defesas na fantasia funcionam bem, ele não sofre, mas, quando essas defesas são quebradas, ele se angustia muito, podendo, inclusive, caminhar para um autoextermínio [...]”, (6º§) assinale a alternativa correta.
substantivo-sujeito e adjetivo-objeto direto.
pronome-sujeito e adjetivo-predicativo do sujeito.
pronome-objeto direto e substantivo-predicativo.
substantivo-complemento nominal e adjetivo-complemento verbal.
Sobre o fragmento “Esse contraponto fornecido pela ação educadora da escola republicana clássica buscava não apenas a produção de um novo tipo de indivíduo, especialmente, um cidadão nacional, mas, no limite, promoveria até mesmo um questionamento das configurações sociais locais.”, analisar os itens abaixo:
I. Os verbos “buscava” e “promoveria” classificam-se como transitivos indiretos.
II. O sujeito dos verbos “buscava” e “promoveria” é o mesmo e classifica-se como simples.
III. Há dois complementos verbais presentes no fragmento.
Estão CORRETOS:
Somente os itens I e II.
Somente os itens I e III.
Somente os itens II e III.
Todos os itens.
A quem pertence o conhecimento?
Aos cientistas, pesquisadores e pensadores que o produzem? Àqueles a quem é ensinado que, se o aprendem, são também seus coproprietários? À sociedade que deve dele beneficiar-se e que, sabendo ou não disso, oferece as condições culturais, políticas, econômicas e morais para a sua busca, o seu desenvolvimento, a sua multiplicação e transformação? Aos governos que o financiam, quando o financiam, e que deveriam manter boas políticas públicas para a sua produção, desenvolvimento e apropriação social? Às empresas que dele se apropriam por investimentos, compra, ações jurídicas e/ou judiciais, registros de patentes, lideranças em pesquisas setoriais, propriedade, enfim, do que é de todos, mas com direitos exclusivos de controle e de formas de socialização, via as práticas comerciais vigentes nos sistemas de troca da economia global?
Pelo conhecimento tradicional, às comunidades indígenas, aos sertanejos, aos agricultores, às populações ribeirinhas, aos seringueiros, àqueles, enfim, herdeiros ativos de um longo e depurado saber, em particular no caso da biodiversidade, que, passado de geração em geração, manteve-se como um patrimônio de conhecimento sobre a vivência, a prática e a experiência do convívio com a terra, com as águas, com os animais, com os vegetais e com os minerais que, juntos, compõem os complexos ecossistemas da vida no planeta?
A todos e a nenhum? A uns mais, a outros menos? Como? Por quê? Para quê? Quem deve governar os destinos da ciência e da tecnologia? Todos esses atores acima elencados? Somente alguns deles? De que modo? Por quais mecanismos de participação nos sistemas de governança da ciência e da tecnologia? E no caso do assim chamado conhecimento tradicional que papel reconhecer-lhe quanto aos direitos e obrigações gerados pelas inovações que possibilitam e, muitas vezes, facilitam?
O fato é que a situação que envolve essas comunidades, no que diz respeito aos direitos sobre o conhecimento da realidade física e cultural em que estão inseridos e na qual e com a qual interagem de forma ao mesmo tempo dinâmica e conservadora, é nova e, além disso, apresenta características que lhe dão peculiaridades significativas, mas nem por isso simples ou fáceis de codificar nos vocabulários das regras da economia contemporânea.
Entre essas características, duas podem ser apontadas como marcantes: ser um conhecimento sem autoria individualizada, mesmo quando, por exemplo, os pajés em comunidades indígenas são os “donos” da soberania ritual e cerimonial de seus segredos, poderes e aplicações; ser um conhecimento difuso, embora consistente, e que, por ser difuso, gera também direitos difusos para a nomenclatura dos partilhamentos consagrados, administrados e governados por organismos, normas e leis de sofisticação crescente, em nível nacional e internacional.
Isso, contudo, não exclui a necessidade do reconhecimento desses direitos e tampouco deve funcionar como justificativa para protelar as decisões políticas que, de um lado, os afirme e em leis os consagre e, de outro, desimpeçam os caminhos da pesquisa dos entulhos das alegações infundadas e dos atrasos institucionais.
O conhecimento pertence ao homem e isso é mais tradicional e inovador do que todas as tradições e inovações quantificadas, mesmo quando – o que é frequente, sobretudo nas sociedades contemporâneas – a sua institucionalização como bem tangível de mercado, comércio e lucro tende a deprimir essa universalidade intangível, mas concreta, de seu papel estruturador na dinâmica dos processos civilizatórios da educação e da cultura.
(Fonte: ComCiência - adaptado.)
O único trecho que não responde como complemento do verbo “pertencer”, presente no título do texto, é:
“[...] a sua multiplicação e transformação?”
“A todos e a nenhum?”
“A uns mais, a outros menos?”
“[...] a quem é ensinado que [...]”
“[...] àqueles, enfim, herdeiros ativos de um longo e depurado saber [...]”