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Assinale a alternativa que analisa corretamente a concordância do verbo em destaque em: “Há fatores que ajudam a explicar esse momento da pandemia no Brasil” (3º parágrafo).
A correção do enunciado ainda permaneceria, caso fosse substituído o verbo “há” pelo verbo “existe”.
O verbo “há” é uma locução verbal que precisa permanecer no singular para manter a correção gramatical.
A palavra “há” na frase é uma conjugação do verbo haver, sendo impessoal.
Caso o verbo conjugado “há” permaneça com essa escrita, é preciso mudar a palavra “fatores”, já que o verbo está no singular, sendo obrigatório utilizar o termo no singular “fator”.
“Há” é um verbo pessoal e está conjugado na 3ª pessoa do singular.
No seguinte trecho, retirado do texto, “Uma vez reclamei que estava tomando chuva e ouvi: ‘Pelo menos em Campinas não chove muito’”, revela., caso o sujeito implícito fosse “nós”, quantas outras alterações deveriam ser feitas a fim de que a correção gramatical do período fosse mantida?
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Para fins de sistematização textual, no trecho “as farmácias públicas não têm inclusão no sistema de saúde” (linha 26), mantém a correção gramatical a inserção, antes de “públicas”, do segmento e drogarias.
Certo
Errado
Sobre concordância verbal e nominal, assinale a alternativa em que a afirmação entre parênteses esteja adequada e corresponda ao termo ou expressão em destaque.
“Esse tipo de inteligência é bastante parecido com a inteligência emocional.” (deveria estar no feminino para concordar com “inteligência”).
“[...] os encontros sociais se dão em determinados contextos e situações específicos e são regidos por normas da cultura mais ampla ou da subcultura.” (deveria estar no feminino para concordar com “situações”).
“[...] os encontros sociais se dão em determinados contextos e situações específicos e são regidos por normas da cultura mais ampla ou da subcultura.” (está no plural para concordar com o sujeito composto “determinados contextos e situações específicos”).
“Portanto, além da dimensão pessoal (conhecimentos, sentimentos, crenças), o uso competente das habilidades sociais depende também da dimensão situacional [...]” (está no singular, pois concorda com o substantivo “uso”).
“[...] o uso competente das habilidades sociais depende também da dimensão situacional (contexto onde ocorrem os encontros [...])”. (deveria estar no singular para concordar com “contexto”).
Na frase “Porque não há dúvida de que, ao desenhar, aquele homem estava escrevendo.”, em caso de pluralização de “dúvida”, o verbo “haver” também deve ir para o plural, concordando com seu sujeito.
Certo
Errado
A frase com a concordância CORRETA, de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa, é:
Aos cavaleiros haviam muitos motivos para querer vencer essa guerra.
Resta-nos muitos meses de vida para viver, Maria, não é?
Nesse lugar não se paga aos devedores as dívidas atrasadas de outros meses.
Faz duzentos dias que esperamos por respostas do processo aberto.
Deveriam haver provas que provassem a inocência daquele menino.
Considere o excerto: “O Cristo é feito de concreto armado, revestido com pedra-sabão. Sua construção engajou a população tanto na arrecadação de fundos quanto no processo de montagem dos mosaicos que o constituem.” e assinale a alternativa que o analisa corretamente quanto à concordância verbal e nominal.
O verbo regular “feito” necessita da preposição “de” para expressar sentido completo.
O verbo “fazer”, em sua forma no particípio passado, é um verbo transitivo direto.
O verbo “fazer”, em sua forma no pretérito perfeito, é um verbo transitivo indireto.
O verbo “revestir”, em sua forma no presente do subjuntivo, é um verbo transitivo indireto.
O verbo “engajar”, em sua forma no pretérito perfeito, é um verbo transitivo direto.
Assinale a alternativa cuja concordância está de acordo com a norma padrão da língua.
Colocamos os recibos em anexos ao contrato.
Os curiosos acompanhavam alertas o resgate.
Seria necessária revisão no motor.
É proibido a queimada.
Tinha as mãos bastante geladas.
A concordância não foi observada em
A sobrecarga de tarefas e o infinito de informação nos fazem cada vez mais distanciados daqueles que amamos e, talvez, até mesmo daquilo que amamos em nós mesmos (linhas 1 a 3).
Os números alarmantes sobre a depressão e até suicídio de crianças nos faz duvidar do caminho que estamos trilhando, na administração de nossas emoções e das emoções de nossos filhos (linhas 4 a 6).
Não querer deixar a criança “manhosa”, “mimada”, dando atenção a ela quando chora ou se desestabiliza emocionalmente é uma dessas formas de desprezo (linhas 10 e 11).
Acham que se intervierem com carícias e carinhos para confortá-lo vai se tornar caprichoso e acabará por tomá-lo por costume, com o único fim de obter atenção com cada birra (linhas 16 a 18).
Saibamos antever a angústia e o sofrimento dos nossos filhos, acolhendo-os, afagando-os e amando-os de modo especial já nos primeiros indícios da sua tristeza (linhas 22 a 24).
Dentre as alternativas abaixo, a que NÃO obedece ao padrão culto da língua quanto à concordância é:
No auditório lotado, ouvia-se, de longe, manifestações constantes.
Não ficarão impunes, haja vista as gravações acusadoras.
Setenta por cento dos presentes votaram na continuidade do projeto.
Bateram 12 horas no relógio da repartição.
Não havia inscrições abertas para aquele curso.