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Quantas outras alterações seriam necessárias caso alterássemos a palavra “elas” por sua forma singular no seguinte trecho, retirado do texto: “Na outra ponta estão elas, capitaneando a revolução dos cabelos prateados, se exercitando, armando eventos em casa com as amigas”?
1.
2.
3.
4.
5.
Sobre a concordância presente no Texto, assinale a alternativa correta:
Há erro de concordância no parágrafo iniciado na linha 1 e terminado na linha 6, respectivamente.
Há erro de concordância no parágrafo iniciado na linha 6 e terminado na linha 9, respectivamente.
Há erro de concordância no parágrafo iniciado na linha 10 e terminado na linha 13, respectivamente.
Não há erro de concordância em nenhum dos parágrafos mencionados nas demais alternativas.
Observe a concordância do verbo "Fazer" nos seguintes itens:
l. Um e outro político faz campanha limpa.
II. Um e outro político fazem campanha limpa.
Pode-se afirmar que:
A concordância verbal está correta apenas no item I.
A concordância verbal está correta apenas no item II.
A concordância verbal está correta nos itens I e II.
A concordância verbal está incorreta nos itens I e II.
Aponte a opção em que a concordância verbal e nominal está realizada CORRETAMENTE.
Aconteceu várias situações que deixaram muitos corações fechados.
Haverão muitos cadeados sem chave.
Cada uma das chaves abriram linda caixa e portas.
É preciso abrir o coração, pois um dia, um mês, um ano passam depressa.
Texto 15A2-II
Talvez espante ao leitor a franqueza com que lhe exponho e realço a minha mediocridade; advirto que a franqueza é a primeira virtude de um defunto. Na vida, o olhar da opinião, o contraste dos interesses, a luta das cobiças obrigam a gente a calar os trapos velhos, a disfarçar os rasgões e os remendos, a não estender ao mundo as revelações que faz à consciência; e o melhor da obrigação é quando, à força de embaçar os outros, embaça-se um homem a si mesmo, porque em tal caso poupa-se o vexame, que é uma sensação penosa, e a hipocrisia, que é um vício hediondo. Mas, na morte, que diferença! Que desabafo! Que liberdade! Como a gente pode sacudir fora a capa, deitar ao fosso as lantejoulas, despregar-se, despintar-se, desafeitar-se, confessar lisamente o que foi e o que deixou de ser! Porque, em suma, já não há vizinhos, nem amigos, nem inimigos, nem conhecidos, nem estranhos; não há plateia. O olhar da opinião, esse olhar agudo e judicial, perde a virtude, logo que pisamos o território da morte; não digo que ele se não estenda para cá, e nos não examine e julgue; mas a nós é que não se nos dá do exame nem do julgamento. Senhores vivos, não há nada tão incomensurável como o desdém dos finados.
Machado de Assis. Memórias póstumas de Brás Cubas. São Paulo: Ciranda Cultural, 2018. p. 49.
No trecho “Na vida, o olhar da opinião, o contraste dos interesses, a luta das cobiças obrigam a gente a calar os trapos velhos, a disfarçar os rasgões e os remendos, a não estender ao mundo as revelações que faz à consciência”, do texto 15A2-II, a forma verbal “obrigam” estabelece concordância com
o termo “cobiças”.
os termos “trapos”, “rasgões” e “remendos”.
o termo “a gente”.
os termos “olhar”, “contraste” e “luta”.
os termos “opinião”, “interesses” e “cobiças”.
Estaria mantida a correção gramatical do texto caso, no trecho “Há condições hoje que favorecem” (linha 17), a forma verbal “favorecem” estivesse flexionada na terceira pessoa do singular, dada a possibilidade prevista, na gramática normativa, de concordância do verbo com o pronome relativo “que”.
Certo
Errado
Na linha 10, estariam preservadas a correção gramatical do texto e a ortografia oficial caso se flexionasse a forma verbal “crê” na terceira pessoa do plural – crêem –, dada a previsão gramatical de concordância com “linguistas”.
Certo
Errado
A concordância verbal está de acordo com as exigências da norma-padrão da língua portuguesa, na forma verbal destacada em:
Aspiram-se a bons cargos nas empresas para que seja possível superar os problemas causados pela inflação.
Com a chegada da pandemia causada pela Covid-19 fazem dois anos que não viajo nas férias escolares.
Nos últimos anos, combatem-se batalhas comerciais cotidianamente, devido às barreiras econômicas.
Em várias regiões do nosso país, existe problemas a serem resolvidos em todas as diversas áreas do conhecimento.
Para garantir a aprendizagem dos estudantes, precisam-se de equipamentos digitais capazes de atender a demandas escolares.
O uso do plural na locução “podiam saltar” (linha 43) justifica-se pela concordância verbal com o termo “animais silvestres” (linhas 42 e 43), que também está no plural.
Certo
Errado
Assinale a alternativa que analisa corretamente a concordância do verbo em destaque em: “Há fatores que ajudam a explicar esse momento da pandemia no Brasil” (3º parágrafo).
A correção do enunciado ainda permaneceria, caso fosse substituído o verbo “há” pelo verbo “existe”.
O verbo “há” é uma locução verbal que precisa permanecer no singular para manter a correção gramatical.
A palavra “há” na frase é uma conjugação do verbo haver, sendo impessoal.
Caso o verbo conjugado “há” permaneça com essa escrita, é preciso mudar a palavra “fatores”, já que o verbo está no singular, sendo obrigatório utilizar o termo no singular “fator”.
“Há” é um verbo pessoal e está conjugado na 3ª pessoa do singular.