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Assinale a alternativa que apresenta a figura de linguagem “silepse” (concordância com o sentido da palavra, não com a forma).
“Muitos não sabem de questões que são básicas [...]”.
“As questões citadas têm me levado [...]”.
“Na infância [nós] somos ensinados [...]”.
“[...] reflexões acerca do ato de compartilhar.”.
“Todos sabemos de algo que podemos ensinar.”.
Assinale abaixo a alternativa que apresenta concordância verbo-nominal:
Conserta-se máquina de lavar e geladeira.
Vende-se casa e quitinete.
Aqui aceitam-se dinheiro, cartões e cheques.
Propõem-se melhoria na gestão de pessoas.
Analise as assertivas a seguir a respeito de algumas expressões do texto:
I. Se fosse inserida a expressão ‘e sua equipe’ logo após Brown (l. 16), apenas a expressão ‘foi indicado’ deveria ser alterada em função da concordância da frase.
II. Se substituíssemos ‘Existiam’ (l. 20) por ‘Haviam’, a frase ficaria correta e não necessitaria de outras alterações.
III. Se alterássemos a expressão ‘um navio funerário’ (l. 23) por ‘dois navios funerários’, nenhuma outra alteração na frase seria necessária para fins de concordância.
Quais estão corretas?
Apenas I.
Apenas III.
Apenas I e II.
Apenas I e III.
Apenas II e III.
As palavras “bastante, pouco, muito, menos, caro” estabelecem concordância de gênero e número com os substantivos a que se referem quando são empregadas como adjetivos. Assinale a alternativa em que ocorre um erro de concordância com uma destas palavras.
Na noite passada comi meia caixa de bombons.
Em função do feriado, ontem havia muitas crianças na praça.
Mesmo com a crise, ainda é possível comprar bastante alimentos no mercado.
Dentre os produtos que adquiri, achei que o batom estava caro.
Muitos brasileiros e poucos estrangeiros na abertura olímpica.
Em determinado período do texto realizou-se uma modificação no tocante a concordância verbal, tornando-o dissonante do prescrito pela gramática normativa. Assinale a alternativa na qual o trecho deve ser corrigido.
"São cobrados conhecimentos e habilidades raramente proporcionados pela maioria dos cursos superiores".
"O resultado vê-se em toda parte: engenheiros, economistas e tantos outros diplomados tentando seu ganha-pão.
"ocupações precarizadas que nada tem a ver com sua área de formação".
"Reduzem os direitos de aprendizagem ao que couber em 1.800 horas".
Se a palavra diferenças (l. 18) passasse para o singular, e a palavra riqueza (l. 19) passasse para o plural, quantas outras palavras – em cada frase, respectivamente – necessitariam de ajustes para fins de concordância?
Três e quatro.
Quatro e cinco.
Quatro e três.
Cinco e cinco.
Cinco e sete.
Texto I
A escritora espanhola Jessica Gómez conseguiu fazer “o post” do verão
europeu. Enquanto estava na praia, escreveu uma carta para a “garota do
maiô verde”, sentada ao seu lado. No texto, publicado numa terça-feira (05)
no Facebook, ela explicava para a menina, de forma eloquente, como tantas
mulheres de todo o mundo se envergonhavam do seu corpo e que deixavam
de lado a questão mais importante: a beleza por estar viva. E o texto viralizou
na Europa e tem rodado o mundo, chamando a atenção para muitas
mulheres de “maiô verde”, a ponto de terem feito até um curta metragem.
“Garota do maiô verde”
Querida garota do maiô verde:
Sou a mulher da toalha ao lado. A que veio com um menino e uma menina. Antes de mais nada, quero te dizer que estou me divertindo muito perto de você e de seus amigos, neste pedacinho de tempo em que nossos espaços se tocam e suas risadas, sua conversa ‘transcendental’ e a música de sua turma me invadem o ar.
Fiquei meio atordoada ao perceber que não sei em que momento de minha vida deixei de estar aí para estar aqui: deixei de ser a menina para ser “a senhora do lado”, deixei de ser a que vai com os amigos para ser a que vai com as crianças. Mas não te escrevo por nada disso. Escrevo porque gostaria de te dizer que prestei atenção em você. Não pude evitar.
E eu gostaria de poder te dizer tantas coisas, querida garota do maiô verde… Talvez porque eu, antes de ser a mulher que vem com as crianças, já estive aí, na sua toalha. Eu gostaria de poder te dizer que, na verdade, estive na sua toalha e na de sua amiga. Fui você e fui ela. E agora não sou nenhuma das duas – ou talvez ainda seja ambas – assim, se pudesse voltar atrás, escolheria simplesmente curtir a vida em vez de me preocupar – ou me vangloriar – por coisas como em qual das duas toalhas, a dela ou a sua, prefiro estar.
Eu gostaria de poder te dizer que você tem um sorriso lindo e que é uma pena estar tão ocupada em se esconder que não te sobre tempo para sorrir mais vezes.
Eu gostaria de poder te dizer que esse corpo do qual você parece se envergonhar é belo simplesmente por ser jovem. É belo só por estar vivo. Por ser invólucro e transporte de quem você realmente é e poder te acompanhar em tudo que você faz. Eu adoraria te dizer que gostaria que você se visse com os olhos de uma mulher de trinta e tantos, porque talvez então percebesse o muito que merece ser amada, inclusive por você mesma.
Eu gostaria de poder te dizer que a pessoa que um dia te amar de verdade não amará a pessoa que você é apesar de seu corpo e sim adorará seu corpo: cada curva, cada buraquinho, cada linha, cada pinta. Adorará o mapa, único e precioso, que se desenha em seu corpo e, se não o fizer, se não te amar desse jeito, então não merece seu amor.
Eu gostaria de poder te dizer – e acredite, mas acredite mesmo – que você é perfeita do jeito que é: sublime em sua “imperfeição”, se é assim que você se acha.
O que posso te dizer eu, que sou só a mulher do lado?
Mas – sabe de uma coisa? – estou aqui com minha filha. É aquela do maiô rosa, a que está brincando no rio e se sujando de areia. Sua única preocupação hoje foi se a água estava muito fria.
Não posso te dizer nada, querida garota do maiô verde… Mas vou dizer tudo, TUDO, a ela.
E direi tudo, TUDO, ao meu filho também.
Porque é assim que todos merecemos ser amados.
E é assim que todos deveríamos amar.
“Fiquei meio atordoada ao perceber que não sei em que momento de minha vida deixei de estar aí para estar aqui: deixei de ser a menina para ser “a senhora do lado”, deixei de ser a que vai com os amigos para ser a que vai com as crianças. Mas não te escrevo por nada disso.” O emprego da palavra destacada, em certas situações da língua pode sofrer flexão de gênero, levando em consideração a concordância nominal. ASSINALE a alternativa em que pode ocorrer essa situação.
A janela estava ______ aberta deixando um suave vento entrar.
A garota permaneceu _______ preocupada com o que estava para acontecer.
Ela se mostrou _______ perplexa com os olhares em volta.
Ainda faltava ________ página para completar o número ideal de linhas.
Assinale a alternativa em que a concordância do adjetivo predicativo está incorreta em relação ao sujeito:
A caça e a pesca estão proibidas.
É necessário ter muita paciência com você.
O parque e a praça ficaram lindos.
A avó e a neta ficaram muda.
Sobre a composição do período: "Somos instantes na efemeridade da vida", analise as assertivas com o código C(Certo) ou E(Errado).
( ) O período contém termos que estabelecem relação de sentido com a brevidade da vida.
( ) O sujeito de "somos" é elíptico, identificado pela desinência verbal no presente do modo indicativo.
( ) O termo: "instantes" é antítese de "momentos".
( ) O substantivo abstrato: "efemeridade" é polissílabo paroxítono.
( ) As combinações prepositivas: "na" e "da" são impostas pela concordância e regência verbais.
Após análise, marque a alternativa CORRETA.
C, E, C, C, C.
C, C, C, C, C.
E, C, C, E, C.
C, C, E, C, E.
Assinale a alternativa cuja concordância pode ser feita das duas formas indicadas na opção, sem infringir as regras da Língua Portuguesa.
“...salve-se / salvem-se quem-puder, o apelo a saídas pessoais...” (l. 27 e 28)
“...uma das maiores contribuições já realizadas / realizada para a compreensão do Brasil...” (l. 3 e 4)
“A impessoalidade no trato, as regras universais, a ética, (...), nada disso agrada / agradam ao ‘homem cordial’” (l. 21 a 25)
“Creio que a atualidade da ideia de ‘homem cordial’ salta / saltam aos olhos de quem observa...” (l. 32 e 33)