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Qual a diferença entre robô, androide e ciborgue?
Robôs são máquinas que fazem tarefas pré-programadas de forma autônoma. Quando o robô tem aspecto humano é um androide. Já os ciborgues são híbridos: parte humanos, parte máquinas.
Disponível em: <super.abril.com.br/blog/oraculo/qual-a-diferenca-entre-robo-androide-e-ciborgue>. Acesso em: 04 abr. 2017.
No contexto, os verbos destacados possuem valores semânticos do presente do indicativo e sugerem noções
de presente em relação a um fato passado.
que não se referem a um tempo específico.
que perduram depois do momento da fala.
corriqueiras, habituais ou repetitivas.
de futuro próximo ou indeterminado.
No texto, as formas verbais flexionadas no presente do indicativo “têm” (1o parágrafo), “acompanha” (2o parágrafo) e “apresentam” (3o parágrafo) indicam eventos que
já aconteceram e certamente não acontecerão mais.
ocorrem em condições hipotéticas.
se repetem com os passar dos dias.
não se repetirão num futuro próximo.
raramente aconteceram ou acontecem
Considere o trecho: “Na ação proposta ao STF, a AMB diz que essas incertezas seriam incompatíveis com direitos constitucionais fundamentais, como o direito à saúde, à segurança e à vida”. O verbo grifado encontra-se conjugado:
pretérito mais que perfeito do indicativo.
presente do subjuntivo.
futuro do pretérito do indicativo.
pretérito imperfeito do subjuntivo.
Em “[...] Isso quer dizer que, mesmo se você estiver fazendo tudo isso e o nível dos reservatórios continuar caindo, aí seria necessário acionar o nível de emergência [...]” os verbos em destaque estão
ambos no modo imperativo.
ambos no modo indicativo.
respectivamente no modo subjuntivo e no imperativo.
respectivamente no modo subjuntivo e no indicativo.
ambos no modo subjuntivo.
O segmento “Às vezes tinha vontade de acabar com isso. “Que diabo significavam tais cautelas?... Se a supunham uma toleirona, enganavam-se – ela era muito capaz de os enfiar a todos pelo ouvido de uma agulha!” está substancialmente marcado pelo uso do:
pretérito perfeito do indicativo, indicando o fato concluído em um intervalo de tempo anterior a um ponto de referência presente.
presente do indicativo, representando o fato não concluído, no momento da enunciação.
mais-que-perfeito do indicativo, representando o fato como concluído, situando-o em um intervalo de tempo anterior a um ponto de referência passado.
pretérito imperfeito do indicativo, representando o fato como não concluído, situando-o em um espaço de tempo simultâneo a um ponto de referência passado.
pretérito imperfeito do subjuntivo, representando o concluído em relação a um universo hipotético.
O texto, basicamente, é apresentado:
no tempo Presente do Modo Indicativo.
no tempo Presente do Modo Subjuntivo.
no tempo Pretérito Perfeito do Modo Indicativo.
nas formas nominais dos verbos.
Assinale a alternativa em que os verbos retirados do texto estão no pretérito imperfeito do indicativo:
escreveu – disse.
vamos – vê.
sabe – vai.
servia – passeava.
Em “Fazia calor no Rio, 40 graus e qualquer coisa, quase 41.” (ℓ. 1-2), o uso do pretérito imperfeito do indicativo busca
estabelecer uma relação de causa e efeito.
contextualizar o tempo da narrativa.
introduzir uma ambiência de suspense.
banalizar o calor que fazia no Rio.
projetar uma possibilidade.
Leia a frase a seguir:
__Antes dessa tese levantada pelos intelectuais modernos, vários escritores do passado já tinham abordado o tema do chamado “complexo de fidalguia” existente no Brasil.
Assinale a alternativa que se refere, de modo CORRETO, à conjugação do verbo “abordar”:
Infinitivo pessoal composto
Pretérito perfeito composto do subjuntivo
Pretérito perfeito composto do indicativo
Pretérito mais-que-perfeito composto do indicativo
Pretérito mais-que-perfeito composto do subjuntivo
Existem três modos verbais: indicativo, subjuntivo e imperativo. Identifique nas frases os modos verbais utilizados e marque a opção correta.
I – João, pinte as paredes depressa. ( ______________)
II –Será que ele me empresta o livro? ( _____________)
III – As crianças dormiram assistindo ao filme. (_____________)
IV – Nós iremos para casa. (______________)
V – Se você arrumar um emprego, talvez tenha dinheiro para comprar o celular. (___________)
Indicativo, Subjuntivo, Indicativo, Imperativo, Subjuntivo
Imperativo, Subjuntivo, Indicativo, Indicativo, Subjuntivo
Subjuntivo, Subjuntivo, Indicativo, Imperativo, Indicativo
Imperativo, Indicativo, Subjuntivo, Imperativo, Subjuntivo
Imperativo, Indicativo, Indicativo, Subjuntivo, Imperativo
Marque a opção em que todos os verbos estão no pretérito perfeito do indicativo.
sejam – soou – vou.
iria – seria – falaria.
lembrei – apresentou – decidi.
anda – faço – assustavam.
Na oração “Quero que você venha.”, a forma verbal “venha” é classificada, no que concerne a modo e tempo, como:
Subjuntivo presente.
Indicativo presente.
Subjuntivo passado.
Subjuntivo futuro.
Leia a frase retirada do texto.
“Sem a curiosidade e a transgressão não seríamos criativos,...”
O verbo destacado está no:
futuro do pretérito do indicativo.
pretérito imperfeito do indicativo.
pretérito perfeito do indicativo.
pretérito mais que perfeito do indicativo.
Os verbos destacados estão flexionados no presente do indicativo, EXCETO em:
“[...] no pé da mesa e o pé da mesa lhe dê uma rasteira [...]”.
“A gente é velho quando começa a ter medo dos fotógrafos [...]”.
“A gente é velho quando perde a vergonha [...]”.
“E eles têm uma papada balançante [...]”.
Considere a frase: “[...] repetimos o pedido ‘Fica comigo?’” (Linha 13).
Sobre a estrutura da frase acima, é CORRETO afirmar:
O verbo “ficar” foi usado no imperativo afirmativo e tem como sujeito desinencial a forma “tu”.
O verbo foi usado no imperativo afirmativo e tem como sujeito desinencial a forma “você”.
O verbo foi usado no presente do indicativo e tem como sujeito desinencial a forma “tu”.
O verbo foi usado no imperativo negativo e tem como sujeito desinencial a forma “você”.
Leia as afirmativas a seguir a respeito de verbos empregados no texto e coloque C para as certas e E para as erradas:
( ) O verbo “garantir” no 1º parágrafo do texto é da 3ª conjugação.
( ) A forma verbal “comprometa”, no final do terceiro parágrafo, está flexionada no presente do modo indicativo.
( ) A forma verbal “ignorando”, no 3º parágrafo do texto, está no gerúndio.
( ) Em “Pôr-se nessa postura faz aparecer...”(3º§) o verbo “Pôr” é irregular.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
C – E – C – C
E – C – E – C
C – C – C – E
E – E – E – C
As formas verbais sublinhadas no trecho acima estão no presente do indicativo e exprimem, respectivamente (a primeira – “interrogo” e as segundas – “mora” e “leciona”):
fato que tem propriedades permanentes / fato que expressa ação futura.
fato que pode ter valor de passado / fato que exprime ação permanente no momento da fala.
fato que tem valor de futuro / fato que equivale a uma verdade científica.
fato que exprime ação permanente no momento da fala / fato que tem valor de passado
Quanto ao modo do verbo passar, no segundo quadrinho, é CORRETO o que se afirma em:
Está no imperativo;
Está no subjuntivo;
Está no indicativo;
Está na forma nominal.
Sobre o verbo sublinhado em “Também existem limites na quantidade de exercício físico diário.”, analisar os itens abaixo:
I - Está conjugado no modo indicativo.
II - Está conjugado no tempo presente do modo subjuntivo.
III - Está conjugado na terceira pessoa do singular.
Está(ão) CORRETO(S):
Somente o item I.
Somente os itens II e III.
Somente os itens I e III.
Somente o item II.
O verbo "dizer'' em " ... muitos especialistas dizem ser necessário ... " está conjugado em qual tempo e modo?
Presente do subjuntivo.
Pretérito perfeito do indicativo.
Futuro do presente do indicativo.
Presente do indicativo.