Questões de Concurso sobre Indicativo

 
 
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É correto afirmar sobre o excerto:


A

Formas verbais empregadas, como, por exemplo, cruzou (linha 1) e estava (linha 5), denotam que o autor, nesse trecho, limita-se a citar fatos passados concebidos por ele como contínuos.


B

A presença concomitante de certas formas verbais, como, por exemplo, cruzou (linha 1) e é (linha 6), evidencia que o autor, nesse trecho, mescla segmentos narrativos com comentários a respeito dos fatos.


C

Transformando a oração reduzida Ao se aproximar do riacho do Ipiranga (linhas 2 e 3) em desenvolvida, obtém-se “Aproximando-se do riacho do Ipiranga”.


D

Transpondo a frase Testemunha dos acontecimentos, o coronel Manuel Marcondes de Oliveira Melo [...] usou em suas memórias um eufemismo (linhas 10 a 14) para a voz passiva, obtém-se a forma verbal “tinha usado”.


E

Considerado o contexto, a substituição do modo subjuntivo pelo modo indicativo em tenha sido (linha 7) não interfere no sentido original, pois em nada fica alterada a atitude do falante em relação ao fato citado.

“Se você cantasse,/ Se você gemesse,/ Se você dançasse a valsa vienense...” (Carlos Drummond de Andrade), os verbos destacados estão no:


A

Pretérito perfeito do modo indicativo.


B

Pretérito imperfeito do modo indicativo.


C

Pretérito mais-que-perfeito do modo indicativo.


D

Pretérito imperfeito do modo subjuntivo.


E

Futuro do pretérito do modo indicativo.

“ Nunca me esquecerei desse acontecimento” A flexão do verbo destacado no trecho está corretamente analisada na alternativa:


A

1ª pessoa do singular do futuro do presente do indicativo.


B

1ª pessoa do singular do futuro do pretérito do indicativo.


C

3ª pessoa do singular do futuro do presente do indicativo.


D

3ª pessoa do singular do futuro do pretérito do indicativo.

Em relação aos aspectos morfossintáticos do texto, assinale a opção CORRETA.


A

A forma verbal tenha em “... a negociação tenha um desfecho feliz.” está no presente do modo indicativo, indicando um fato de ocorrência do momento.


B

Em “... a primeira impressão é a que fica...”, os termos destacados têm classificação e função diferentes.


C

O emprego do objeto direto a esse trabalho é exigência do verbo dar em “... não dão a devida atenção a esse trabalho...”


D

O uso das aspas no texto destaca um pensamento da autora.


E

Em “O que não pode ser feito de jeito nenhum?”, o artigo definido é um elemento determinante do substantivo que a ele se pospõe.

Nos trechos abaixo, as duas ocorrências do verbo ser encontram-se flexionadas, respectivamente, nos modos:

“Sejamos sensatos, leitor, tem cabimento ingerir uma droga que altera os reflexos motores...”

“Ainda que você não seja ridículo a ponto de afirmar que dirige melhor quando bebe...”


A

indicativo e subjuntivo.


B

subjuntivo e imperativo.


C

indicativo e imperativo.


D

imperativo e subjuntivo.


E

imperativo e indicativo.

Assinale a alternativa correta.

-

Na oração “Porém a gente vai se enquadrando.”:


A

“Porém” é uma conjunção adversativa que introduz ideia de oposição em relação ao que foi afirmado na oração anterior.


B

“gente” é um substantivo coletivo classificado como ‘comum de dois gêneros’, ao qual a distinção de gênero é dada pela palavra que o acompanha.


C

“vai” é o presente do indicativo do verbo “ir”, que aqui tem o sentido de futuro do presente do indicativo e funciona como auxiliar do verbo “enquadrar”.


D

“se” é um pronome pessoal que na oração pode ser classificado como reflexivo, pois indica que a ação do verbo é mútua, ou seja, dois ou mais indivíduos realizam a mesma ação, um em relação ao outro.


E

“se enquadrando” é um gerúndio, forma pronominal do verbo “enquadrar-se”, e expressa o resultado de uma ação terminada.

Leia o texto abaixo e responda às questões propostas.

Fala, amendoeira


Este ofício de rabiscar sobre as coisas do tempo exige que prestemos alguma atenção à natureza – essa natureza que não presta atenção em nós. Abrindo a janela matinal, o cronista reparou no firmamento, que seria de uma safira impecável se não houvesse a longa barra de névoa a toldar a linha entre céu e chão – névoa baixa e seca, hostil aos aviões. Pousou a vista, depois, nas árvores que algum remoto prefeito deu à rua, e que ainda ninguém se lembrou de arrancar, talvez porque haja outras destruições mais urgentes. Estavam todas verdes menos uma. Uma que, precisamente, lá está plantada em frente à porta, companheira mais chegada de um homem e sua vida, espécie de anjo vegetal proposto ao seu destino.

Essa árvore de certo modo incorporada aos bens pessoais, alguns fios elétricos lhe atravessam a fronde, sem que a molestem, e a luz crua do projetor, a dois passos, a impediria talvez de dormir, se ela fosse mais nova. Às terças, pela manhã, o feirante nela encosta sua barraca, e, ao entardecer, cada dia, garotos procuram subir-lhe o tronco. Nenhum desses incômodos lhe afeta a placidez de árvore madura e magra, que já viu muita chuva, muito cortejo de casamento, muitos enterros, e serve há longos anos à necessidade de sombra que têm os amantes de rua, e mesmo a outras precisões mais humildes de cãezinhos transeuntes.

Todas estavam ainda verdes, mas essa ostentava algumas folhas amarelas e outras já estriadas de vermelho, numa gradação fantasista que chegava mesmo até o marrom – cor final de decomposição, depois da qual as folhas caem. Pequenas amêndoas atestavam o seu esforço, e também elas se preparavam para ganhar coloração dourada e, por sua vez, completado o ciclo, tombar sobre o meio-fio, se não as colhe algum moleque apreciador do seu azedinho. E como o cronista lhe perguntasse – fala, amendoeira – por que fugia ao rito de suas irmãs, adotando vestes assim particulares, a árvore pareceu explicar-lhe:

– Não vês? Começo a outonear. É 21 de março, data em que as folhinhas assinalam o equinócio do outono. Cumpro meu dever de árvore, embora minhas irmãs não respeitem as estações.

– E vais outoneando sozinha?

– Na medida do possível. Anda tudo muito desorganizado, e, como deves notar, trago comigo um resto de verão, uma antecipação de primavera e mesmo, se reparares bem neste ventinho que me fustiga pela madrugada, uma suspeita de inverno.

– Somos todos assim.

– Os homens, não. Em ti, por exemplo, o outono é manifesto e exclusivo. Acho-te bem outonal, meu filho, e teu trabalho é exatamente o que os autores chamam de outonada: são frutos colhidos numa hora da vida que já não é clara, mas ainda não se dilui em treva. Repara que o outono é mais estação da alma que da natureza.

– Não me entristeças

– Não, querido, sou tua árvore da guarda e simbolizo teu outono pessoal. Quero apenas que te outonizes com paciência e doçura. O dardo de luz fere menos, a chuva dá às frutas seu definitivo sabor. As folhas caem, é certo, e os cabelos também, mas há alguma coisa de gracioso em tudo isso: parábolas, ritmos, tons suaves... Outoniza-te com dignidade, meu velho.

(Carlos Drummond de Andrade)


Na última frase do texto, o verbo foi empregado no:


A

pretérito perfeito do indicativo.


B

presente do subjuntivo.


C

imperativo afirmativo.


D

futuro do subjuntivo


E

presente do indicativo.

O tempo verbal predominante no texto é:


A

O presente do indicativo, pois o tema é atual, corrente.


B

O pretérito perfeito do indicativo, pois o assunto abordado está localizado num período definido do passado.


C

O pretérito imperfeito do subjuntivo, pois mostra ações e informações anteriores ao momento em que se escreve.


D

O futuro do presente do subjuntivo, pois mostra fatos possíveis, mas ainda não concretizados.

Assinale a alternativa em que o verbo destacado esteja flexionado no pretérito perfeito composto do modo indicativo.


A

Por causa da violência policial na Grécia, protestos tinham-se voltado contra a política do primeiro-ministro Costas Karamanlis.


B

Se tivéssemos estudado com afinco, certamente o resultado do exame teria sido positivo.


C

Sob os efeitos da crise financeira mundial, a economia brasileira tem passado por novos ajustes.


D

Ninguém acredita que tenha iniciado um novo conflito naquele país.

O uso do presente do indicativo no texto euclidiano tem a função semântico-discursiva de


A

dar vivacidade à descrição do sertanejo, aproximando-o do leitor.


B

enfatizar feitos passados do sertanejo desconhecidos do leitor.


C

exaltar a permanente fortaleza do sertanejo ante a sua aparente fragilidade.


D

introduzir uma polêmica questão social de que o sertanejo é um fraco.


E

reforçar a atualidade da caracterização do sertanejo como um ser frágil.

No trecho “[...]a falta de recursos para patrulhar e proteger as áreas contribuiu com o saque[...]” (3º parágrafo), o presente do indicativo é empregado para


A

indicar uma ação momentânea que ocorre nesse momento especial da observação do autor do texto.


B

expressar ação habitual atribuída a um fato constante.


C

designar ação independente e imperativa sob um ponto de vista isolado.


D

explicar uma ação fragmentada já ocorrida e concluída.


E

narrar de modo atenuado uma ação passível de acontecer somente pela amanhã.

O que você quer? (L.10) Passando-se o período acima para a forma de tratamento vós e para o futuro do pretérito do indicativo, obtém-se:


A

O que vós quererias?


B

O que vós quiserdes?


C

O que vós queríeis?


D

O que vós quereríeis?


E

O que vós querereis?

Marque a opção em que o verbo tem a mesma regência que viver nas duas ocorrências seguintes: "Vivo esta contradição, e acho que é a mesma que, no fundo, todo mundo vive" (l. 4/5):


A

A criança aspira a uma melhor condição de vida;


B

As crianças pobres carecem de alimento;


C

É preciso dar-lhes, ao menos, um pedaço de pão;


D

As crianças querem, pelo menos, alimento;


E
Hoje as crianças vivem bem.
   
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