Este último passo é o que torna os presentes únicos. Ao contrário de comprar algo em uma loja, em que a troca termina quando o dinheiro é trocado por mercadorias, dar presentes constrói e sustenta relacionamentos.
De acordo com as regras de acentuação gráfica:
A
'constrói' recebe acento por ser um ditongo aberto que permaneceu no novo acordo ortográfico.
B
há quatro vocábulos proparoxítonos presentes na frase.
C
'último − únicos' são acentuados pela regra dos hiatos entre o 'u' e outra vogal.
D
'contrário' é acentuado por ser uma paroxítona terminada em ditongo decrescente.
“É a tal história: quanta gente fazendo boquinha pra conseguir o quê?” (12º§) É correto afirmar que a palavra “história” destacada é acentuada pelo mesmo motivo que a seguinte expressão:
A
“Os lábios ficavam de fora, de longe.” (8º§)
B
“Boca por boca, não ando atrás da boca-livre, [...]” (11º§)
C
“Sou mais a boca do dia, que não sei se alguém já teve ideia de falar nela, [...]” (10º§)
D
“Então resolvi fazer a minha redação, como aluno ausente do Colégio Esperança, [...]” (7º§)
Em “Foi na última chuvarada do ano, e a noite era preta.” (1º§), a palavra “última” é acentuada pelo mesmo motivo que a seguinte expressão em destaque:
A
“Ouviu a resposta afirmativa com um suspiro de alívio.” (4º§)
B
“[...] ou arranjasse um automóvel e alguém para retirar o corpinho.” (4º§)
C
“E quando meteu uma capa de gabardina e um chapéu e desceu a escada, [...]” (4º§)
D
“[...] viu que tudo enguiçara: os bondes, os ônibus, a cidade, todo esse conjunto de ferro, [...]” (4º§)
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