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Assinale a alternativa em que a frase está inteiramente de acordo com a norma-padrão, considerando regência, concordância, colocação pronominal e emprego da crase.
Os servidores não obedeceram as normas estabelecidas pela comissão.
Os servidores não obedeceu às normas estabelecidas pela comissão.
Os servidores não se opuseram às novas determinações da comissão.
Os servidores não opuseram-se às novas determinações da comissão.
Os servidores não se opuseram as novas determinações da comissão.
Assinale a alternativa que preenche adequadamente as lacunas das linhas 01, 05, 12 e 47, nesta ordem.
da – à – aos – de que
da – a – pelos – em que
da – a – pelos – o que
de – à – aos – o que
de – à – pelos – no que
Entre 2020 e 2023, o Brasil registrou 7.539 desastres climáticos ligados "à" chuva — aumento de 223%.
Com base nas regras do uso da crase, é correto afirmar que o acento indicativo ocorre porque
ocorre crase porque todo termo antecedido por preposição e seguido de substantivo feminino deve receber o acento grave.
há a fusão da preposição "a", exigida pelo adjetivo "ligados", com o artigo definido feminino "a", que antecede o substantivo "chuva", formando a contração "à".
o emprego do acento grave é facultativo, pois a presença do artigo definido feminino "a" é opcional diante de substantivos concretos como "chuva".
o acento grave foi utilizado para marcar tonicidade, evitando ambiguidade entre o artigo e a preposição.
A crase em “eles respiravam de antemão o ar que estava à frente” se justifica, pois
trata-se de um complemento do verbo.
é um uso facultativo, já que desfaz uma ambiguidade no trecho.
acompanha uma locução conjuntiva.
representa um caso de uso com locução adverbial feminina.
observa-se uma atribuição espacial condicionada pelo verbo de estado.
Considerando o emprego do acento indicativo de crase, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas pontilhadas dos trechos abaixo, retirados do texto:
• “Amarrados a cada lote, pequenos pedaços de papel traziam nomes de empresas escritos ... mão”.
• “Esse material vale milhões de reais; por isso, fica tão escondido”, disse Santos ... reportagem da Agência Pública”.
• “deflagraram-se as operações Ibirapitanga I e II — que ajudariam ... desvendar um sofisticado esquema de fraude”.
a – à – à
à – à – a
à – a – à
a – a – a
“[...] os que escapam dela estão condenados à marginalidade”
Tendo por base o trecho anterior, a crase ocorre pelo mesmo motivo em:
Ele é fiel à verdade.
Pediu à mãe que a esperasse.
Ela morava à margem do lago.
Venceu às custas de muito esforço.
Uma profissional de enfermagem protocolou recurso administrativo junto ao Coren após divergência em seu cadastro profissional. O documento foi encaminhado ao setor responsável para análise e manifestação técnica. Assinale a alternativa em que o uso da crase está correto.
O recurso foi encaminhado à diretoria responsável pela análise.
A profissional compareceu à partir das nove horas para responder ao recurso.
O servidor dirigiu-se à verificar os documentos pendentes.
O atendimento ocorreu à nível regional.
O recurso foi enviado à diversos setores por engano e descuido.
Considere a frase a seguir:
Iza dedicou-se ____ pesquisa dos saberes afro-indígenas e passou ____ registrar práticas transmitidas pela oralidade. Graças ____ escrita, esses conhecimentos podem sobreviver até ____ posteridade.
De acordo com a norma-padrão, as lacunas da frase devem ser preenchidas, respectivamente, com:
à ... a ... à ... a
à ... à ... a ... a
a … a … à … à
à ... a ... a ... à
a … à … a … a
Assinale a alternativa que apresente a justificativa correta para o uso da crase no período: Uma porta-voz do tribunal de Itzehoe confirmou à AFP que Furchner tinha morrido, conforme noticiado inicialmente pelo Schleswig-Holsteinische Zeitungsverlag (SHZ), um grupo de jornais locais do norte da Alemanha.
Locução Prepositiva.
Regência Verbal.
Locução Adverbial.
Locução Conjuntiva.
Regência Nominal.
Sobre o fenômeno linguístico da crase, sabe-se que se trata da junção da preposição A com o artigo definido A. Essa junção ocorre por vários motivos, resultando em regras presentes nas normas gramaticais da Língua Portuguesa. No período “Os cientistas apontam que a interação dos adultos com as bonecas busca estabelecer vínculos emocionais, dar vazão à expressão criativa e vivenciar benefícios terapêuticos significativos...”, o fenômeno da crase ocorreu
por formar uma locução adverbial feminina.
por exigência dos nomes “expressão criativa”.
por exigência do verbo “dar” e de seu complemento.
por exigência do verbo “estabelecer” e de seu complemento.
Em relação à função morfológica exercida pela partícula A (s) presente nas orações a seguir, pode-se atestar que
I. “Metade da população mundial não tem acesso à educação e a cuidados de saúde; mulheres enfrentam discriminação ...”
II. “Ao redor do mundo, cidadãos tomam as ruas para protestar contra o aumento do custo de vida e a real ou irreal percepção de injustiça”.
Em “não tem acesso à educação e a cuidados”, À é uma contração, pois ocorre a junção da preposição A exigida pelo nome antecessor com o artigo definido A.
Em “tomam as ruas”, a partícula AS funciona como uma contração, isto é, a junção da preposição A com o artigo A.
Em “não tem acesso à educação e a cuidados”, a partícula A exerce função de artigo feminino definido.
Em “aumento do custo de vida e a real...”, a partícula A exerce função de preposição.
Em “ao redor do mundo”, a partícula ao é apenas uma forma plural do artigo definido A.
No trecho "Contornou o batente de madeira com o olhar e voltou à maçaneta imóvel", o uso do acento indicativo de crase em "voltou à maçaneta imóvel" está normativamente justificado pela relação entre o verbo e o termo regido. Considerando a análise gramatical da construção, assinale a alternativa que apresenta a explicação correta para a ocorrência da crase.
O uso da crase é incorreto nesse caso, pois "voltar" é verbo transitivo direto, e não exige preposição; o correto seria "voltou a maçaneta", sem acento indicativo de crase.
A preposição "a" é exigida pelo substantivo "maçaneta", e não pelo verbo "voltar", pois este é de sentido pleno; por isso, a crase ocorre pela regência nominal do termo regido.
O verbo "voltar" exige preposição "a" quando indica movimento em direção a algo, e o substantivo feminino "maçaneta", antecedido de artigo definido "a", completa essa regência, gerando a crase.
O verbo "voltar", no contexto, é intransitivo, mas admite a junção da preposição "a" com o artigo definido feminino "a" devido à ênfase direcional, o que justifica a crase antes de "maçaneta".
Com base no texto "A fila do mineiro", de Fabrício Carpinejar, analise o uso da crase na seguinte frase:
"Rompe-se com aquele sentimento de rebanho, conduzido pelo vaqueiro em fileira devido às trilhas estreitas e obstáculos das pastagens."
Por que há uso da crase na expressão "às trilhas estreitas"?
Porque o termo "às trilhas estreitas" é uma locução prepositiva que exige a crase para marcar relação de causa.
Porque "devido" exige a preposição "a", que se funde com o artigo definido "as" do substantivo feminino plural "trilhas".
Porque o verbo "romper-se" rege o uso de "às", indicando o motivo do rompimento com o rebanho.
Porque o substantivo "trilhas" é feminino e o uso do artigo "as" obriga a fusão com a preposição "de".
"O que dizemos agora, na verdade, é revolucionário, explica à BBC News Mundo (o serviço em espanhol da BBC) o paleoantropólogo israelense Israël Hershkovitz, professor do Departamento de Anatomia e Antropologia da Universidade de Tel Aviv, em Israel."
Identifique a alternativa que apresenta a justificativa correta sobre o uso da crase em 'à BBC News Mundo'.
A crase foi utilizada de forma incorreta, pois não há verbo que exija emprego de preposição.
A crase ocorre devido ao verbo 'explicar' que é bitransitivo, exigindo um dos complementos preposicionados.
A crase é facultativa, pois antes de nomes de empresas pode ocorrer ou não a crase.
A crase ocorre devido ao verbo 'dizer' que é bitransitivo, exigindo seu objeto indireto, com uso de preposição.
A crase ocorre porque em locuções prepositivas femininas sempre ocorre o uso da crase.
Com base na análise sintático-semântica do trecho "Quando o filme terminou, percebi que tudo bem não ter companhia às vezes" e nos fundamentos normativos da gramática tradicional, assinale a alternativa que apresenta a justificativa correta para o emprego do acento indicativo da crase na locução "às vezes".
O emprego da crase em "às vezes" configura um erro gramatical, pois a preposição "a" exigida pela locução verbal "ter companhia" não admite a fusão com o artigo plural, tratando-se, portanto, de mero arcaísmo estilístico.
Não se aplica o acento grave nesse caso, pois a locução adverbial "às vezes" funciona como expressão idiomática fixa e, por isso, a norma culta dispensa a indicação da crase para preservar a fluidez da construção.
O uso do acento grave é obrigatório porque ocorre a fusão da preposição exigida pelo verbo "ter" com o artigo definido feminino plural que acompanha o substantivo "vezes", caracterizando a presença da crase.
A expressão "às vezes" é uma locução adverbial de tempo feminina, razão pela qual exige o uso do acento grave indicativo da crase, dado que há contração entre a preposição "a" e o artigo definido plural "as".
No trecho "e que não estejam com o celular sempre à mão para não perder a oportunidade de trocar mensagens", a expressão destacada contém o uso da crase. Sobre esse uso, analise as alternativas e escolha a correta:
A crase está incorreta, uma vez que "mão" não aceita artigo definido feminino.
A crase está correta, pois "à mão" é uma locução prepositiva obrigatória no contexto.
A crase está incorreta, pois o uso de crase não se aplica a locuções adverbiais.
A crase está correta, pois a expressão "à mão" é uma locução adverbial feminina que dá ideia de maneira.
A crase é facultativa neste caso, pois a expressão "à mão" pode ser interpretada sem o uso de artigo definido.
No período “Talvez, mas é imprescindível dizer: temos em mãos uma grande oportunidade de libertar o debate público do cativeiro das big techs e devolvê-lo à sociedade civil”, o uso da crase em destaque justifica-se:
pelo fato de o verbo “devolver” ser somente transitivo direto.
pela regência do substantivo “debate” que necessita de complemento nominal.
pela existência do pronome oblíquo átono “lo”, junto ao verbo “devolver”.
pela bitransitividade do verbo “devolver”, que necessita do objeto indireto “à sociedade civil”.
pelo fato de o verbo “devolver” ser somente transitivo indireto.
No trecho “Felizmente, por uma gentileza do destino, tive a sorte de ir esvaziando a minha mochila, assim como fizeram outros amigos hoje denominados sexagenários, com os quais vou trocando impressões sobre a riqueza desse ritual tipico do outono da vida”, há três ocorrências do vocábulo “a”. Assinale a alternativa que explica corretamente a ausência do acento indicativo de crase em cada caso.
Em “a sorte de ir”, o artigo apenas especifica o verbo sem ocorrer sobreposição de preposição; em “a minha mochila”, o artigo definido é necessário, mas não se funde com preposição por não haver regência que a imponha; em “a riqueza desse ritual”, o “a” é artigo simples porque a preposição obrigatória é “sobre”.
Em “a sorte de ir”, ocorre artigo definido que não se combina com a preposição “de” do complemento; em “a minha mochila”, há artigo definido diante de pronome possessivo sem fusão com preposição; em “a riqueza desse ritual”, o artigo introduz o substantivo, mas a presença de “sobre” faculta a preposição “a”.
Em “a sorte de ir”, a ausência da crase decorre do valor de determinante do artigo que se liga ao substantivo “sorte”, em “a minha mochila”, não há fusão gráfica porque não se exige preposição antes do complemento direto; em “a riqueza desse ritual”, o artigo atua como núcleo do sintagma nominal sem regência da preposição “a”.
Em “a sorte de ir”, o “a” é artigo definido feminino sem preposição antecedente; em “a minha mochila”, o artigo não se funde com preposição, pois o verbo “esvaziar” é transitivo direto; em “a riqueza desse ritual”, o artigo aparece isolado porque a regência Hm) de “trocar impressões sobre” não exige preposição “a”.
No trecho "Perguntei à enfermeira e, não satisfeita, perguntei ao médico", o uso da crase em "à enfermeira" é justificado por:
uma regra de eufonia, já que a repetição do som [a] entre a preposição e o artigo demanda a crase como elemento de fluidez e clareza na oralidade.
uma construção partitiva, em que o termo "à enfermeira" funciona como sujeito paciente da ação de perguntar, exigindo o uso da crase como elemento diferenciador do objeto direto.
a necessidade de reforçar a ideia de direção e movimento, já que o ato de perguntar implica deslocamento físico em direção à pessoa a quem se dirige a indagação.
o verbo "perguntar", que exige complemento indireto, somado ao artigo definido feminino exigido pelo substantivo "enfermeira", o que resulta na fusão da preposição "a" com o artigo "a".
[...] e oferece uma nova fonte para a busca de antibióticos, no esforço para combater o problema crescente das superbactérias resistentes "às drogas atuais".
Qual das alternativas a seguir apresenta a explicação correta para o uso do sinal indicativo de crase na construção "às drogas atuais", presente no trecho analisado?
O uso da crase pode ser evitado se a construção for reformulada para "resistentes de as drogas atuais", uma vez que a preposição "de" também é aceita como complemento regencial do termo "resistentes".
A crase ocorre porque "drogas" é um substantivo feminino e, por essa razão, sempre recebe o artigo "as", independentemente da regência do termo anterior.
O uso do sinal indicativo de crase é obrigatório, pois há a fusão da preposição "a", exigida pelo termo "resistentes", com o artigo definido feminino "as", que acompanha o substantivo "drogas", formando "às".
O emprego do sinal de crase nesse contexto é facultativo, pois o verbo "resistir" é transitivo direto e não exige preposição. Assim, basta o artigo "as" antes de "drogas", sem a necessidade da fusão com a preposição "a"