Questões de Concurso sobre Relações de sinonímia e antonímia (sinônimos e antônimos)

 
 
Disciplina
Assunto 1
Banca
Instituição
Cargo
Ano
Carreira
Área de formação
Escolaridade
Dificuldade
 
Comentários:
Professores
Alunos
Meus Comentários
Vídeo
 
Minhas questões:
Resolvidas
Não resolvidas
Certas
Erradas
 
Tipo de questão:
Certo e errado
Múltipla escolha
Incluir questões:
Anuladas
Desatualizadas
 
Questões:
Todas as questões
 
Filtro simplificado
 
Questões
Todas as questões
 
2.010 questões encontradas
Questões por página
20
Mais recentes
 

“O primeiro deles é o hábito de apresentar o conteúdo na sua forma mais sistematizada. Esse hábito é difícil de ser exorcizado porque alunos e professores concordam e usufruem de benefícios trazidos por ele.”


São sinônimos das palavras destacadas, respectivamente:


A

Expulso; renunciam.


B

Afastado, aproveitam.


C

Reconhecido; dispõem.


D

Alcançado; desfrutam.

Considere o trecho abaixo:

Mas ele estava na rua, atordoado.

Assinale a alternativa que substitui o termo em destaque, sem alteração de sentido.


A
Maravilhado.

B
Amaldiçoado.

C
Acordado.

D
Chateado.

E
Estonteado.

Homônimos são palavras que têm a mesma pronúncia (às vezes a mesma grafia), mas significados diferentes. É o caso de “mal” (antônimo de bem) (linha 28) e mau (antônimo de bom). Quanto à significação das palavras homônimas, estão incorretos os significados de


A

censo (recenseamento) e senso (juízo)


B

broxa (pincel) e brocha (prego)


C

sessão (reunião) e seção (repartição)


D

caçar (perseguir) e cassar (invalidar)


E

incipiente (ignorante) e insipiente (iniciante)

Assinale, dentre as palavras a seguir, aquela que representa um antônimo para “meticulosos”, que aparece em destaque no texto.


A

Cuidadosos.


B

Delicados.


C

Preciosistas.


D

Negligentes.


E

Detalhistas.

Tempo de Escolher


“Um homem não é grande pelo que faz, mas pelo que renuncia.”

(Albert Schweitzer)


Muitos amigos leitores têm solicitado minha opinião acerca de qual rumo dar às suas carreiras. Alguns apreciam seu trabalho, mas não a empresa onde estão. Outros admiram a harmonia conquistada, mas não têm qualquer prazer no exercício de suas atividades. Uns recebem propostas para mudar de emprego, financeiramente desfavoráveis, porém desafiadoras. Outros têm diante de si um vasto leque de opções, muitas coisas por fazer, mas não conseguem abraçar a tudo.

Todas estas pessoas têm algo em comum: a necessidade premente de escolhas. Lembro-me de Clarice Lispector: “Entre o sim e o não, só existe um caminho: escolher".

Acredito que quase todas as pessoas passam ao longo de sua trajetória pelo “dilema da virada”. Um momento especial em que uma decisão específica e irrevogável tem que ser tomada apenas porque a vida não pode continuar como está. Algumas pessoas passam por isso aos 15 anos, outras, aos 50. Algumas talvez nunca tomem esta decisão, e outras o façam várias vezes no decorrer de sua existência.

Fazer escolhas implica renunciar a alguns desejos para viabilizar outros. Você troca segurança por desafio, dinheiro por satisfação, o pouco certo ao muito duvidoso. Assim, uma companhia que lhe oferece estabilidade com apatia pode dar lugar a uma dotada de instabilidade com ousadia. Analogamente, a aventura de uma vida de solteiro pode ceder espaço ao conforto de um casamento.


Prazer e Vocação


Os anos ensinaram-me algumas lições. A primeira delas vem de Leonardo da Vinci que dizia: “A sabedoria da vida não está em fazer aquilo que se gosta, mas em gostar daquilo que se faz”. Sempre imaginei que fosse o contrário. Porém, refletindo, passei a compreender que quando estimamos aquilo que fazemos, podemos nos sentir completos, satisfeitos e plenos, ao passo que se apenas procurarmos fazer o que gostamos, sempre estaremos numa busca insaciável, porque o que gostamos hoje não será o mesmo que prezaremos amanhã.

Todavia, é indiscutível a importância de alinhar o prazer às nossas aptidões. Encontrar o talento que reside dentro de cada um de nós ao que chamamos vocação. Oriunda do latim vocatione, e traduzida literalmente por “chamado”, simboliza uma espécie de predestinação imanente a cada pessoa, algo revestido de certa magia e divindade. Uma voz imaginária que soa latente, capaz de converter advogados em músicos, fazer engenheiros virarem suco. É um lugar no tempo e no espaço onde a felicidade tem sua morada.

Escolhas são feitas com base em nossas preferências. E aí torno a recorrer à etimologia para descobrir que o verbo “preferir” vem do latim praeferere e significa “levar à frente”. Parece-me uma indicação clara de que nossas escolhas devem ser feitas com os olhos no futuro, no uso de nosso livre-arbítrio.

O mundo corporativo nos reserva muitas armadilhas. Trocar de empresa ou mudar de atribuição, por exemplo, são convites permanentes. O problema de recusá-los é passar o resto da vida se perguntando: “O que teria acontecido se eu tivesse aceitado?”. Prefiro não carregar comigo o benefício da dúvida. Por isso, opto por assumir riscos calculados e seguir adiante. Somos livres para escolher, porém prisioneiros das consequências.

Para aqueles insatisfeitos com seu ambiente de trabalho, uma alternativa à mudança de empresa é postular a melhoria do ambiente interno atual. Dialogar e apresentar propostas são um bom caminho. De nada adianta assumir uma postura defensiva e crítica. Lembre-se de que as pessoas não estão contra você, mas a favor delas.

Por fim, combata a mediocridade em todas as suas vertentes. A mediocridade de trabalhos desconectados com sua vocação, de empresas que não lhe valorizam, de relacionamentos falidos. Sob este aspecto, como diria Tolstoi, “Não se pode ser bom pela metade”. Meias-palavras, meias-verdades, mentiras inteiras, meio caminho para o fim.

Os gregos não escreviam obituários. Quando um homem morria, faziam uma pergunta: “Ele viveu com paixão?”.

QUAL SERIA A RESPOSTA PARA VOCÊ?


COELHO, Tom. Disponível em http://www.guiarh.com.br. Acesso em: 15 out. 2016


Leia os fragmentos abaixo:


I - “Os gregos não escreviam obituários.”

II - “Por fim, combata a mediocridade em todas as suas vertentes.”

III - “Fazer escolhas implica renunciar a alguns desejos para viabilizar outros.”

IV - “Analogamente, a aventura de uma vida de solteiro pode ceder espaço [...]”


Os termos sublinhados correspondem semanticamente a:


A

Necrológios, idiotice, acolher, essencialmente.


B

Necrológios, parvidade, abnegar, similarmente.


C

Necrológios, maluquice, realizar, singularmente.


D

Necrológios, tolice, abdicar, metodicamente.

“É um pouco como o paradoxo do balão: só se descobre a capacidade máxima de um balão, o ponto em que um sopro a mais o estouraria, quando o sopro a mais é dado e ele estoura.”


Assinale a alternativa que substitui a palavra negritada, mantendo a coesão textual.


A

Logo que.


B

Contudo.


C

Mas.


D

Porque.


E

A fim de que.

Assinale a alternativa que apresenta um antônimo para a palavra destacada na frase: “O menino ficou estático ao ver seu ídolo pessoalmente”.


A

Estatelado


B

Imóvel


C

Inquieto


D

Inerte


E

Parado

Na expressão “[...] em que nenhum dos contendores pode remotamente ser chamado ‘de esquerda’”, a fim de manter igual sentido, é possível substituir o termo em negrito por:


A

litigantes.


B

réus.


C

reféns.


D

litisconsortes.


E

parceiros.

A palavra “falacioso” (linha 3) poderia ser substituída, sem prejuízo do sentido do texto, por enganoso.

C
Certo

E
Errado

Analise o sentido contextual do termo sublinhado em: “Pensar pede audácia, pois refletir é transgredir a ordem do superficial que nos pressiona tanto.”, e marque a alternativa em que se enquadra:


A

Pertence à mesma classe de palavra de audacioso.


B

Tem como sinônimo intrepidez.


C

Apresenta como antônimo: robustez.


D

Pode ser substituído por eloquência sem prejudicar o sentido do período.

A palavra "incipientes" (linha 09) pode ser substituída, sem prejuízo para o sentido original do texto, por:

A
iniciais.

B
críticos.

C
reversíveis.

D
complexos.

E
extremos.

No texto II, as palavras “enfarado” (linha 07), “estúrdio” (linha 09) e “alumiou” (linha 15) podem ser substituídas por:


A

enfadado; esquisito; iluminou.


B

enjoado; estúpido; brilhou.


C

entediado; ignorante; refletiu.


D

enfastiado; bronco; luziu.


E

cansado; inocente; acendeu.

Considere o excerto: “A pessoa que tem muitos amigos supostamente os conquistou adotando comportamentos positivos, como modéstia e empatia.” De acordo com o contexto, o sentido do elemento grifado pode ser adequadamente entendido como

A
apatia.

B
indiferença.

C
alteridade.

D
moderação.

E
singeleza.
Assinale a alternativa que contém substituições adequadas para ensejando (l. 05), constante de (l. 09) e como sucedânea a (l. 15), respectivamente, no texto.

A
motivando – contida em – em lugar de

B
facultando – persistente em – subsequentemente a

C
motivando – contida em – subsequentemente a

D
motivando – persistente em – subsequentemente a

E
facultando – persistente em – em lugar de

Imagem associada para resolução da questão


(In: WATERSON, B. Os dias estão todos ocupados: as aventuras de Calvin e Haroldo. Trad. Alexandre Boide. São Paulo: Conrad, 2011. p. 11.)

A palavra “epifania”, do grego “epipháneia” (aparição, manifestação), refere-se, na nossa cultura, à comemoração da primeira manifestação de Cristo aos gentios, na visita dos Reis Magos. Na tira, no entanto, o tigre Haroldo a utiliza com um sentido diverso. Qual dos termos a seguir se constitui como sinônimo desse termo considerando o contexto da tira?


A

Advento.


B

Adoração.


C

Descoberta.


D

Aparecimento.

Em relação às expressões coloquiais sublinhadas a seguir, assinale o significado INCORRETO.

A
“Na real, é cola industrial.” 6º§ (Na verdade)

B
“É casado, pai de filhos – caretíssimo, como se diz.” 1º§ (contemporâneo)

C
“A escolha é entre a barriguinha de tanque e o sexo.” 9º§ (o abdômen definido)

D
“As drogas químicas são a nova onda, e sempre surge uma nova.” 11º§ (nova moda)
   
Gerar simulado