Questões de Concurso sobre Sentido conotativo, figurado ou metafórico

 
 
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Analise o trecho a seguir, retirado do texto "Hábito de leitura estimula o cérebro e promove benefícios para a saúde mental":


A leitura, por envolver imaginação, mentalização, antecipação e aprendizagem (sempre aprendemos, ao menos, palavras novas), funciona como um 'exercício' para o cérebro humano. Apesar de não ser um músculo, o nosso cérebro precisa ser estimulado", destaca o pesquisador.


A respeito dos sentidos dos vocábulos desse trecho, analise as afirmações a seguir e marque V, para verdadeiro, e F para falso:


( ) A palavra "exercício" foi empregada com o sentido denotativo, por isso está apresentada entre aspas.

( ) A palavra "aprendizagem" foi empregada com o sentido denotativo, pois se refere ao sentido real, literal.

( ) A palavra "estimulado" foi empregada com o sentido conotativo, pois não se pode realmente estimular o cérebro.


Assinale a alternativa com a sequência correta:


A

V - V - F


B

F - V - V


C

V - F - F


D

V - F - V


E

F - V - F

Sobre Denotação e Conotação, assinale a alternativa que apresenta uma INCORREÇÃO.


A

Vou dar um mergulho no mar (denotação)

Minha vida é um mar de tristezas (conotação)


B

Ainda não cheguei à casa dos meus avós (denotação)

Durante muito, aquela empresa foi minha casa (conotação)


C

Estudamos ontem os ossos do crânio (denotação)

Joaquim é um crânio! (conotação)


D

A anta também é chamada de tapir (denotação)

Aquele vendedor é uma anta (conotação)


E

Após jogar bola, nós comemos uma pizza.(denotação)

Carlos comprou uma bola para o torneio. (conotação)

Marque o que NÃO se comprova na estrutura textual.


A

Defesa do ponto de vista da voz do texto.


B

Texto escrito com exemplos de parágrafos e períodos contendo orações coordenadas e/ou subordinadas.


C

Distinção ou alteridade entre: "compreensão e interpretação textual".


D

Uso predominante de linguagem no sentido figurado em vários períodos, a exemplo da frase que dá título ao texto.


E

Texto escrito com alguns verbos no modo imperativo, uso de pronome de tratamento que identifica interlocutor direto.

Assinale a alternativa cuja frase emprega palavra com sentido figurado.


A

E então, mais perfis surgirão sobre sua vida pessoal do que, necessariamente, suas técnicas de atuação.


B

Grandes consumidores dos Impostos dos ingleses, a família real sabe que precisa dar este gostinho aos seus súditos, e se adapta ao furor midiático.


C

Ele dizia que a imprensa tinha uma habilidade única de jogar personalidades no alto do Olimpo.


D

E nada como transformar o mundano num enredo hollywoodiano que toma todos os telejornais do dia...

O que as aves que voam em bando nos ensinam sobre liderança


Liderança não pode ser solitária. E, para isso, precisamos exercer nossa vulnerabilidade sem moderação, abusando da rede de apoio para validar hipóteses.


Luciana Rodrigues 6 de outubro de 2021


Quem vê uma graciosa revoada no céu pode até não imaginar que, por trás daquela disposição aparentemente aleatória, estão lições muito úteis para nós aqui na terra. Além das questões relacionadas à aerodinâmica – que permitem que as aves migratórias economizem energia, por exemplo – o papel da ave mais experiente do grupo é essencial para definir a direção que o grupo inteiro deve tomar.

Nem sempre o líder é aquele que está à frente do bando. Quando está fatigado, ele reveza a dianteira com a ave que está imediatamente atrás. Uma das vantagens de andar em grupo é permitir que o bando tenha mais resistência para viagens longas e difíceis, e ainda aproveitem o impulso gerado pelo deslocamento de ar do pássaro que voa à frente. A formação em V também melhora a comunicação e a coordenação do bando. Se voassem sozinhas, cada uma por si, demorariam mais tempo, e chegar ao seu destino seria uma tarefa muito mais árdua. Aqui, fique à vontade para fazer qualquer paralelo com a sociedade em que vivemos.

Sinto que estamos tão obcecados com tecnologia e para estar constantemente atualizados sobre tudo o que acontece, a todo instante (olá, FOMO), que esquecemos de reservar um tempo para observar e aprender com a natureza. Parar e simplesmente contemplar. Faça um teste: tente lembrar a última vez que você sentiu tédio. Provavelmente, esse momento foi rapidamente interrompido por um “scroll” em uma rede social ou por uma notificação no celular.

Não me entenda mal, sou fã e tenho me dedicado a aprender cada vez mais sobre tecnologia. Mas ela deveria ser uma viabilizadora de ideias e movimentos, ajudando pessoas a se conectarem com seu propósito.

Para os privilegiados, e aí me incluo, a pandemia apresentou a possibilidade do trabalho remoto. No meu caso, também proporcionou um contato maior com a natureza. Tenho passado cada vez mais tempo no campo e daí veio a minha observação sobre os pássaros, que me levou a fazer este paralelo com liderança.

Liderança não pode ser solitária. E, para isso, precisamos exercer nossa vulnerabilidade sem moderação: pedir ajuda, fazer perguntas, usar e abusar da nossa rede de apoio para validar hipóteses, e até mesmo tomar decisões erradas juntos. Bons líderes estão em constante desenvolvimento. Por isso, é normal e esperado cometer alguns erros nessa jornada.

Mais uma vez, volto a citar nesta coluna o “Livro da Desreceita”, criado a muitas mãos pelos líderes da empresa da qual sou CEO. Nele tem um capítulo inteiro dedicado a esse assunto, com o sugestivo título “Um time inteligente vale mais que um time de inteligentes”. Destaco aqui um trecho: “É provado na natureza que a inteligência coletiva supera os talentos individuais. Todavia, crescemos e aprendemos com um modelo que sempre se apoiou em exaltar talentos individuais, o brilhantismo de um indivíduo em sobreposição à competência coletiva.”

Assim como a ave líder que abre espaço para que outras sejam protagonistas, sempre tive como um dos meus mantras permitir que as pessoas ao meu redor voassem na frente. Contudo, precisei de muito tempo – na verdade, anos – para entender que por mais que você tenha a intenção genuína de fazer com que as pessoas cresçam, evoluam e sejam protagonistas da sua carreira, muitas vezes a forma que você quer aplicar – baseada na sua experiência – carrega uma história pessoal e, muitas vezes, distante da realidade de quem a recebe.

Alejandro Jodorowisky, cineasta, ator, poeta e escritor, sabiamente disse: “Entre o que eu penso, o que quero dizer, o que digo e o que você ouve, o que você quer ouvir e o que você acha que entendeu, há um abismo”.

Eu explico: quando assumi a posição de liderança em uma das maiores empresas de entretenimento do mundo para a América Latina, entendi que deveria conectar as pessoas e dar palco para elas ecoarem suas vozes. Queria encorajá-las, abrindo oportunidades para que pudessem expor suas histórias, sonhos, ideias e pudessem potencializar sua criatividade, mas poucos se animavam. Passei por outras empresas depois dessa, mas o meu objetivo nunca foi alcançado da forma que eu imaginava.

Uma das iniciativas que implementei foi um “Talent Show” para que as pessoas pudessem compartilhar seus projetos e, os que fizessem mais sentido, unindo criatividade e os objetivos de negócio da companhia, seriam produzidos. Para minha surpresa, após poucos meses, recebi um email do “headquarters” dizendo que essa iniciativa estava deixando as pessoas incomodadas, algumas, mais sêniores, por acharem que suas posições estavam sendo ameaçadas, outras, por se sentirem pressionadas, mesmo que a participação fosse totalmente opcional.

Mas por que as pessoas não “querem” ser protagonistas? Timidez? Preguiça? Não querem evoluir? Ou, simplesmente, por que escolheram um caminho diferente do meu? Acreditei cegamente que tinha a responsabilidade (e obrigação) de construir pontes e abrir portas para todos, sem exceção. Depois de muita reflexão, conversas e terapia, entendi que estava colocando a minha expectativa do que é sucesso no outro, e aprendi uma lição muito importante: sucesso é pessoal. Sucesso é ter a liberdade de dizer não.

Um dos trechos do Livro “Os Quatro Compromissos”, de Don Miguel Ruiz, diz o seguinte: “Nada do que os outros fazem é motivado por você. É por causa deles mesmos. Todas as pessoas vivem em seu próprio sonho, em sua própria mente; estão num mundo completamente diferente daquele no qual vivemos. Quando levamos algo para o lado pessoal, presumimos que os outros sabem o que está em nosso mundo – aquilo que tentamos impor ao mundo deles.”

Há poucos dias, recebi uma mensagem de uma profissional muito talentosa que trabalhou comigo. A mensagem era exatamente assim: “…carrego comigo a vontade de evoluir como líder e gestora e você vem com frequência na minha cabeça… acho até que antes eu não valorizava tanto a sua presença quanto eu faço hoje…”.

Aprendo, todos os dias, que liderar não é sobre agradar e fazer o esperado, e sim, é sobre seguir com um propósito claro – Jodorowisky discordaria desse ponto sobre quão claro isso pode ser.

Sigo acreditando que este sábio provérbio africano, “se você quer ir rápido, vá sozinho. Se quer ir longe, vá acompanhado”, é a única forma possível para nós, humanos, ou para as aves, seguirem nessa jornada chamada vida.

Luciana Rodrigues é CEO e presidente da Grey Brasil, conselheira do board da Junior Achievement, membro do conselho MMA Brasil e do comitê estratégico de presidentes da Amcham. Também é aluna de pós-graduação em neurociências e comportamento.


Vocabulário:


• scroll: rolagem (na tela do celular ou do computador)

• CEO: diretor executivo • Talent Show: show de talentos

• headquarters: sede de uma empresa


RODRIGUES, Luciana. O que as aves que voam em bando nos ensinam sobre liderança. Forbes Brasil, 06 de outubro de 2021. Disponível em: https://forbes.com.br/colunas/2021/10/luciana-rodrigues-oque-as-aves-que-voam-em-bando-nos-ensinam-sobrelideranca/.


Na citação de Alejandro Jodorowisky (9º parágrafo), a palavra “abismo” foi utilizada


A

em seu sentido denotativo, a fim de concretizar as falhas de comunicação que existem na interação linguística.


B

em um sentido conotativo, no intuito de ilustrar a localização do interlocutor quando ele não entende uma mensagem.


C

em seu sentido denotativo, de modo a indicar para falantes e para ouvintes que a comunicação é gigantesca.


D

em um sentido conotativo, a fim de representar possíveis falhas de comunicação que existem na interação linguística.


E

em seu sentido denotativo, no intuito de precisar a localização do interlocutor quando ele transmite uma mensagem.

Assinale a alternativa que contém uma transcrição em que um verbo empregado em sentido figurado (ou não literal) está presente.


A

"Em algumas regiões do Brasil, a situação é critica".


B

"a população brasileira deve 252 bilhões de reais".


C

"O empobrecimento do país está camuflado em dívidas".


D

"cada brasileiro inadimplente deve 3,9 mil reais".

O que uma menina de 9 anos tem a nos ensinar sobre propósito?


Encontrar um propósito através do qual se consiga deixar sua marca no mundo ou um sentido para aquilo que se faz todos os dias tornou-se um fenômeno.


Luciana Rodrigues 6 de abril de 2022


Em uma das despretensiosas conversas que tive com a Isadora, minha filha de 9 anos, ela soltou, como quem não quer nada: “Sabia que todo mundo quer ser lembrado?”. Sem entender muito bem como ela tinha chegado a essa conclusão, pedi-lhe para que me contasse um pouco mais sobre essa sua observação.

“Quando eu crescer, quero abrir um café. Acho triste passar pelo mundo sem deixar alguma coisa para as pessoas lembrarem da gente”. Mesmo sem saber ao certo de onde veio essa inspiração repentina, confesso que meu lado mãe-fã-número-um ficou super orgulhoso.

Indo além das paredes do meu apartamento, encontrar um propósito, através do qual se consiga, de fato, deixar sua marca no mundo – como sonha a Isadora –, ou ainda, conseguir um sentido para aquilo que se faz todos os dias, tornou-se um fenômeno que une de tech-nerds do Vale do Silício a profissionais dos mais variados cargos e salários pelo Brasil e o mundo. Obviamente, isso só é possível quando a base da Pirâmide de Maslow (lembra dela?) está muito bem estabelecida.

Nos EUA, existe até um nome para esse movimento: “The Great Resignation” ou “A Grande Demissão”. Segundo o U.S. Department of Labor, só no último mês de fevereiro, 4,4 milhões de americanos deixaram seus empregos formais. Os motivos para esses números vão do desejo de fazer mudanças drásticas na carreira à necessidade de largar a profissão para cuidar de crianças ou parentes idosos. Além de sintomas típicos dos tempos atuais, como o burnout e o sentimento de abismo existente entre o que as pessoas acreditam e os valores do seu empregador.

Os números não afirmam, categoricamente, qual é o principal fator para essa debandada de trabalhadores, mas uma coisa é certa: para milhões de pessoas ao redor do mundo, a pandemia veio para rever suas prioridades. A remuneração deixa de ser o fator decisivo para a permanência em um emprego, ganhando relevância questões que, há poucos anos, ficavam em segundo plano, como modelos híbridos e flexíveis de trabalho, tempo gasto em deslocamentos, equilíbrio maior entre vida pessoal x trabalho, e até mesmo afinidade com o propósito da empresa.

Para Ariana Huffington: “A Grande Demissão na verdade é uma Grande Reavaliação. O que as pessoas estão abandonando é uma cultura de esgotamento e uma definição quebrada de sucesso. Ao deixar seus empregos, as pessoas estão afirmando seu desejo por uma maneira diferente de trabalhar e viver”.

Conheci uma dessas histórias de perto, em um dos encontros mensais que organizo na empresa em que atuo como CEO. A ideia dos bate-papos é trazer novos repertórios para dentro da nossa rotina de trabalho, com convidados que, à primeira vista, não têm nada a ver com o nosso “core-business”, mas que ajudam imensamente a furar a bolha em que vivemos.

Um desses convidados foi uma enfermeira. Uma mulher muito culta, expansiva e encantadora que, no alto dos seus 30 anos, decidiu dar uma guinada em sua vida. Depois de um período sabático pela América Latina, decidiu abandonar uma carreira bem-sucedida na área do entretenimento e estudar enfermagem. Uma profissão com menos perspectivas financeiras, mas completamente alinhada com o seu chamado.

“Para alguns, hospital significa morte. Para mim, é sinônimo de vida”. Essa foi uma das frases ditas por ela que mais me impactou em seu depoimento, e que, por semanas, me fez refletir sobre sua história de coragem e seu olhar transformador.

Mas não espere respostas certas nos momentos certos. Cada um tem seu tempo e suas formas de encontrá-las. Sabemos tão pouco sobre nós. Por isso, investir seu tempo (que também é dinheiro) em coisas que ninguém pode tirar de você, como autoconhecimento, é a decisão mais sábia que você pode tomar. É um processo transformador, que envolve desconforto, mas que vai te colocar numa posição de maior controle das suas emoções.

Não passe uma vida inteira esperando algo que ninguém jamais poderá lhe oferecer.

E, se eu pudesse dar mais uma dica, seria: assim como no mercado financeiro, nunca invista todo seu patrimônio em só um ativo. Não fique esperando que o trabalho supra todas as suas necessidades. Encontre um hobby. Dedique-se a um trabalho voluntário. Seja mentor de um jovem aprendiz. Ou, então, coloque no papel um plano para daqui a 2 anos e persiga-o incansavelmente.

Talvez “A Grande Demissão” seja um movimento coletivo de pessoas querendo encontrar seu verdadeiro propósito aqui na Terra. Ou, talvez, uma oportunidade para que consigam usar suas histórias para dar sentido às próprias vidas. Mas também pode ser apenas o reflexo de dois anos trancados em casa, e o desejo por uma mudança, seja ela qual for.

Na animação da Pixar “Viva – A Vida é uma Festa”, de que aliás, a Isadora é fã, é contada a história do “Dia de Los Muertos”, típica tradição mexicana de celebração aos que se foram. Diz-se que, após a morte de uma pessoa, ela vai para o mundo dos mortos e permanece lá apenas enquanto os vivos ainda se lembrarem dela. Quando for esquecida, aí, sim, será seu verdadeiro fim.

Não posso afirmar que veio daí a inspiração para a reflexão inicial da Isa, mas a conversa, que começou com uma questão existencial, terminou com: “Mamãe, qual é o sentido da vida?”. Dei a última mordida no pão de queijo e respondi: “Isa, que tal fazermos um brigadeiro?”


Luciana Rodrigues é CEO da Grey Brasil, conselheira do board da Junior Achievement, membro do conselho da Iniciativa Empresarial pela Igualdade Racial e do comitê estratégico de presidentes da Amcham.



Vocabulário:

• tech-nerds: estudiosos de tecnologia.

• CEO: diretor executivo.

• core-business: negócios principais.

• burnout: síndrome de esgotamento mental no trabalho.

• hobby: passatempo, atividade para lazer.




RODRIGUES, Luciana. O que uma menina de 9 anos tem a

nos ensinar sobre propósito? Forbes Brasil, 06 de abril de

2022. Colunas. Disponível em:

https://forbes.com.br/coluna/2022/04/luciana-rodrigues-o-

que-uma-menina-de-9-anos-tem-a-nos-ensinar-sobre-

proposito/.


No fragmento “A ideia dos bate-papos é trazer novos repertórios para dentro da nossa rotina de trabalho, com convidados que, à primeira vista, não têm nada a ver com o nosso ‘corebusiness’, mas que ajudam imensamente a furar a bolha em que vivemos.” (7º parágrafo), a expressão em destaque


A

é denotativa, pois diz respeito ao local físico em que a autora vive.


B

é conotativa, visto que trata da descrição de um espaço físico em que há a convivência de trabalhadores.


C

é denotativa, uma vez que caracteriza o espaço abstrato em que os funcionários da empresa convivem.


D

é conotativa, pois diz respeito ao modo limitado de viver e de trabalhar dos colaboradores da empresa.


E

é denotativa, visto que trata da descrição de um espaço físico em que os diretores da empresa se reúnem.

Acerca do significado que assume no texto, a palavra


A

“fundamental” (linha 1) é antônima de essencial.


B

“sólidas” (linha 6) foi empregada em sentido figurado e refere-se especificamente às amizades que são antigas.


C

“efeitos” (linha 8) é sinônima de consequências.


D

“abuso” (linha 10) remete à ideia de algo que é realizado de forma frequente, mas comedida.


E

“prematura” (linha 15) faz referência, de modo figurado, a algo que é considerado infantil, próprio das crianças.

Considere os seguintes trechos da crônica.


I. o velho corria atrás da gente brandindo a bengala, seus bastos bigodes amarelos fremindo sob as ventas vulcânicas (1o parágrafo).

II. tempo incerto, pois os recursos da Fazenda na província eram magros (2o parágrafo).

III. O rosto do mestre passou do pálido ao rubro das suas tremendas cóleras (3o parágrafo).


Estão empregados em sentido figurado os termos sublinhados em


A

II e III, apenas.


B

I, apenas.


C

II, apenas.


D

I e II, apenas.


E

I, II e III.

No texto, está empregada em sentido figurado a expressão


A

“frio intenso”, com o objetivo de intensificar uma situação que é habitual na cidade de São Paulo.


B

“massa polar”, com o objetivo de expor as proporções absurdas do frio que chegou ao país.


C

“liga o alerta”, com o objetivo de orientar as pessoas a evitarem sair de suas casas nos dias frios.


D

“enxugar o gelo”, com o objetivo de mostrar que as ações não alcançam plenamente suas finalidades.


E

“situação de rua”, com o objetivo de criticar a falta de políticas públicas aos mais vulneráveis.

   
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