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Ao sentar-se no chão enquanto come, ajuda o nervo vago a funcionar melhor.
Assinale a expressão que contenha, pelo menos, uma preposição.
No chão.
Sentar-se.
Enquanto come.
Ajuda o nervo.
Certos substantivos têm um significado quando são usados no masculino e outro, diferente, quando usados no feminino. Em relação a isso, assinalar a alternativa que apresenta o CORRETO significado do substantivo sublinhado:
O capital (cidade).
O cabeça (parte do corpo).
O rádio (aparelho).
O banana (fruta).
Assinale a alternativa em que há erro na formação de gênero:
o feminino de patriarca é matriarca.
o feminino de cavaleiro é dama.
o masculino de nora é genro.
o masculino de freira é frade.
Quanto à flexão de gênero, assinalar a alternativa INCORRETA:
Alfaiate - alfaiata.
Português - portuguesa.
Guri - guria.
Poeto - poeta.
Tomamos um moca na cidade, após sairmos da reunião.
Na reunião dos sommeliers, a diretoria apresentou o melhor borgonha que já tinham provado.
Houve uma época em que os arquitetos usavam o nanquim para desenhar.
Estas três sentenças trazem três palavras que se originam dos substantivos femininos Moca (cidade portuário no Iêmen), Borgonha (região na França) e Nanquim (cidade na China). No entanto, são usadas no masculino. Este é um caso de:
Mudança de gênero por serem epicenos.
Mudança de gênero por serem sobrecomuns.
Mudança de gênero por oposição entre gênero e sentido.
Mudança de gênero por elipse.
Hora e tanto já, e nada de peixe. Mas o gostoso era ficar assim na canoa, pensando na vida, imaginando coisas. Passada aquela eleição, ia sossegar. A política matava, acabava com a pessoa. Depois que se metera nela, nunca mais pudera ter uma semana de descanso. Escravo dos outros, do partido, do eleitorado. E os adversários não dormiam, os concorrentes vigiavam. Todos os dias, uma notícia má, nomeações que não saíam, chefes do interior que ameaçavam romper por causa de pedidos impossíveis... E ter de mentir, de prometer...
– Doutor, doutor... agora é a peixa... é a peixa, sim... engasgava o Gerôncio. Ferra, doutor, ferra!
(Mário Palmério: “Vila dos Confins”, 2003)
Na fala de Gerôncio se encontra a palavra “peixa”, uma forma popular de flexão de gênero. Regularmente, essa flexão ocorre nas seguintes palavras:
bailarina, elefanta e tonta.
gazela, janela e penta.
bolacha, graxa e jumenta.
monstra, poeta e tamanduá.
boneca, mesa e onça.