Questões de Concurso sobre Substantivos que oferecem dúvidas quanto ao gênero

 
 
Disciplina
Assunto 1
Banca
Instituição
Cargo
Ano
Carreira
Área de formação
Escolaridade
Dificuldade
 
Comentários:
Professores
Alunos
Meus Comentários
Vídeo
 
Minhas questões:
Resolvidas
Não resolvidas
Certas
Erradas
 
Tipo de questão:
Certo e errado
Múltipla escolha
Incluir questões:
Anuladas
Desatualizadas
 
Questões:
Todas as questões
 
Filtro simplificado
 
Questões
Todas as questões
 
6 questões encontradas
Questões por página
20
Mais recentes
 

Ao sentar-se no chão enquanto come, ajuda o nervo vago a funcionar melhor.


Assinale a expressão que contenha, pelo menos, uma preposição.


A

No chão.


B

Sentar-se.


C

Enquanto come.


D

Ajuda o nervo.

Certos substantivos têm um significado quando são usados no masculino e outro, diferente, quando usados no feminino. Em relação a isso, assinalar a alternativa que apresenta o CORRETO significado do substantivo sublinhado:


A

O capital (cidade).


B

O cabeça (parte do corpo).


C

O rádio (aparelho).


D

O banana (fruta).

Ano: 2022
Prova: IBRASP - - Prefeitura de Rianápolis - Auxiliar de Serviços Gerais - 2022

Assinale a alternativa em que há erro na formação de gênero:


A

o feminino de patriarca é matriarca.


B

o feminino de cavaleiro é dama.


C

o masculino de nora é genro.


D

o masculino de freira é frade.

Tomamos um moca na cidade, após sairmos da reunião.

Na reunião dos sommeliers, a diretoria apresentou o melhor borgonha que já tinham provado.

Houve uma época em que os arquitetos usavam o nanquim para desenhar.


Estas três sentenças trazem três palavras que se originam dos substantivos femininos Moca (cidade portuário no Iêmen), Borgonha (região na França) e Nanquim (cidade na China). No entanto, são usadas no masculino. Este é um caso de:


A

Mudança de gênero por serem epicenos.


B

Mudança de gênero por serem sobrecomuns.


C

Mudança de gênero por oposição entre gênero e sentido.


D

Mudança de gênero por elipse.

Hora e tanto já, e nada de peixe. Mas o gostoso era ficar assim na canoa, pensando na vida, imaginando coisas. Passada aquela eleição, ia sossegar. A política matava, acabava com a pessoa. Depois que se metera nela, nunca mais pudera ter uma semana de descanso. Escravo dos outros, do partido, do eleitorado. E os adversários não dormiam, os concorrentes vigiavam. Todos os dias, uma notícia má, nomeações que não saíam, chefes do interior que ameaçavam romper por causa de pedidos impossíveis... E ter de mentir, de prometer...

– Doutor, doutor... agora é a peixa... é a peixa, sim... engasgava o Gerôncio. Ferra, doutor, ferra!

(Mário Palmério: “Vila dos Confins”, 2003)


Na fala de Gerôncio se encontra a palavra “peixa”, uma forma popular de flexão de gênero. Regularmente, essa flexão ocorre nas seguintes palavras:


A

bailarina, elefanta e tonta.


B

gazela, janela e penta.


C

bolacha, graxa e jumenta.


D

monstra, poeta e tamanduá.


E

boneca, mesa e onça.

 
 
Gerar simulado