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INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto a seguir para responder às questões que a ele se referem.
A ECOLOGIA DA ORELHA
1 Puxa, ecologia da orelha?
O que é isso? Seria tudo aquilo que nasce, cresce e morre em nossas orelhas? De certa forma sim, desde que
não pensemos em coisas materiais e palpáveis.
Nossas orelhas recebem muitas vozes, acolhem muitos pensamentos, ouvem muitas confissões, segredos...
5 As palavras vêm voando pelo ar como anjos e penetram em nossas orelhas rumo ao nosso cérebro e coração.
Se as palavras são vistas pelos poetas como se fossem anjos, elas deveriam ser bastante construtivas,
animadoras, cheias de vida, como os anjos bons que muitos acreditam que cuidam da vida das pessoas, e até
mesmo dos animais, da relva...
Existe um poema judaico que diz que toda relva tem um anjo bom que sussurra para ela: Cresce! Cresce!
10 Quando dizemos palavras que entusiasmam, que valorizam o outro, estamos fazendo a ecologia da orelha,
dizendo coisas que trarão paz, harmonia e felicidade para as pessoas que estão à nossa volta.
Quando fazemos o repasse da fofoca, do tipo: Sabe o que fulano falou de você? Ele disse que... E aí vem um
monte de coisa ruim, que deprecia e desanima o outro, nesse momento, estamos fazendo a poluição da orelha,
cabeça e coração de nosso amigo.
15 Ecologia da orelha é passar para frente só o que for bom, o que trouxer exuberância e alegria para os outros,
aquilo que lhes estimule o amor, a autoconfiança e deixar de lado tudo aquilo que sabemos que trará tristeza,
sentimentos de inferioridade e raiva.
Como essa ecologia revolucionária poderá acontecer entre as pessoas [...]? [...]
As reticências, no trecho “Ele disse que...” (linha 12), foram empregadas para indicar
continuidade de uma ação ou fato.
desconhecimento do autor sobre o assunto.
interrupção do pensamento do autor.
realce de uma parte do texto pelo autor.
incapacidade do autor em completar a ideia.