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Quantas letras e quantos fonemas têm o vocábulo “opressão”?

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Como combater o bullying na escola


A cultura de paz está no ideal pedagógico dos educadores e das escolas, mas deve ser seguida de ações com conteúdo para evitar essa forma de opressão

por Cláudio Neto


O bullying já é considerado um problema de saúde pública no Brasil. Uma pesquisa do Fundo das Nações Unidas para Infância (Unicef) aponta o Brasil como quarto país com maior prática de bullying no mundo. Dados mostram que 43% dos estudantes de 11 a 12 anos disseram ter sido vítimas de violência física ou psicológica na escola pelo menos uma vez em outubro do ano passado.

Algumas vezes, o bullying é erroneamente encarado como uma simples brincadeira, mesmo no meio estudantil, principal ponto de encontro de crianças e adolescentes.

No ambiente escolar, o bullying pode ser definido como uma forma de agressão praticada por um ou mais estudantes contra outro(s), de maneira intencional e repetidamente, que ocorre sem motivação evidente, causando dor e angústia – sendo caracterizada também pela relação desigual de poder.

Com os recursos proporcionados pelas novas tecnologias há ainda outro desdobramento dessa forma de violência: o ciberbullying, que é a prática do bullying no ambiente virtual. Isso evidencia como essas manifestações de violência se modificam e se atualizam de acordo com o contexto histórico-social e tecnológico. Para alguns pesquisadores dessa área, essa forma de manifestação de violência contra a dignidade do outro pode ser ainda mais devastadora do que aquela própria da convivência ou do relacionamento direto entre agressor e vítima, porque o seu alcance é ainda maior devido à capacidade de propagação nas redes virtuais.

É fácil concluir, portanto, porque o bullying é considerado problema de saúde pública. Ele afeta o relacionamento social, o desempenho escolar e a saúde de crianças e adolescentes. As dificuldades de relacionamento entre pares na escola é uma realidade comum. Muitas crianças e jovens não encontram condições para estabelecer um vínculo significativo com os colegas. Geralmente, essas dificuldades estão relacionadas a como as crianças e jovens se sentem em relação a traços específicos da identidade (ser gordo, magro, alto, baixo, negro, usar óculos, o tipo de cabelo, o tipo de roupa que usa, problema físico etc.). Os agressores passam a explorar isso para humilhar o outro.

Uma coisa importante para os educadores é identificar o bullying. Mesmo sabendo que os jogos de ofensas entre os jovens são corriqueiros não se pode ignorar as manifestações de violência, seja na sala de aula ou fora dela. A humilhação e os ataques contra a dignidade humana não podem ser confundidos com brincadeiras, e o que caracteriza o bullying é a opressão. Não negligenciar as situações de agressão é fundamental para a superação do problema.

A cultura de paz está no ideal pedagógico dos educadores e das escolas, mas essa harmonia será uma realidade se houver a atuação da organização escolar com vistas a atingir esse objetivo. Logo, nunca é demais lembrar que toda aspiração pedagógica deve ser seguida de um conteúdo programático que conduza a essa realidade. Nesse sentido, eu descreverei um exemplo concreto de reversão da ordem, em que uma escola sai da situação de violência e de indisciplina e passa a ser referência de inclusão dos seus alunos.

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Disponível em https://gestaoescolar.org.br/conteudo/1974/como-combater-obullying-na-escola


Quantas letras e quantos fonemas têm o vocábulo “opressão”?


A

8 letras e 7 fonemas.


B

8 letras e 8 fonemas.


C

8 letras e 9 fonemas.


D

8 letras e 10 fonemas.