Imagem de fundo

Assinale a palavra que contém o mesmo número de sílabas que...

1
Q1554851
Teclas de Atalhos
Compartilhar
Ano: 2019
Prova: FUNDATEC - Prefeitura - Técnico em Manutenção de Máquinas - 2019

Instrução: As questões de números 01 a 20 referem-se ao texto abaixo.


ESQUELETOS TAMBÉM FALAM!


01 É claro que esqueletos não falam como nós, mas eles oferecem evidências científicas! Ou

02 seja: informações que são estudadas por um antropólogo forense e que ajudam o investigador

03 (o detetive) a identificar a vítima de um crime e a causa da sua morte, por exemplo. Ou

04 informações sobre o suspeito do crime. Essa ajuda dos antropólogos forenses é necessária,

05 principalmente, quando os métodos tradicionais de investigação, como vestígios de sangue e

06 marcas digitais em objetos, não são suficientes. Além da curiosidade, o antropólogo forense

07 precisa ter paciência e olhar muito atento aos detalhes. Onde uma pessoa comum vê apenas

08 ossos ou fragmentos, o antropólogo forense vê um mundo de informações científicas.

09 Para entendermos o que ele faz, é preciso saber antes o que é antropologia. A palavra vem

10 do grego: anthropos significa ‘homem’, e logos quer dizer ‘estudo’. Traduzindo… antropologia é a

11 ciência que estuda o ser humano dentro da sociedade em que ele vive. Já o termo ‘forense’ vem

12 do latim forum, que significa ‘praça pública’. Na Roma antiga, as praças serviam como local de

13 reunião para julgamentos e a__embleias populares. Daí a ideia de que ‘forense’ tem a ver com a

14 lei. Basicamente, investigação de crimes.

15 A antropologia forense tem métodos e técnicas próprias para ajudar a resolver esses

16 crimes. Geralmente, ela é usada para investigar casos em que há mortos. As informações vêm

17 dos esqueletos, lembra Aplicando os conhecimentos da antropologia forense, é possível fazer

18 os esqueletos “falarem” quem eles eram. O antropólogo forense analisa os ossos e, para isso, os

19 observa bem com lupas, usa ferramentas específicas para medir os ossos e analisa os

20 fragmentos em vários exames, como a radiografia.

21 Mas os conhecimentos da antropologia forense não valem apenas nos casos de mortos.

22 Eles também ajudam na identificação de pessoas. Podem ajudar a descobrir quem são as

23 pessoas flagradas em vídeos de câmeras de segurança praticando crimes, por exemplo. Isso se

24 faz pela análise das feições de suspeitos. E a antropologia forense pode ser útil para salvar

25 inocentes também! Pela mesma co__binação de informações, pode-se desfazer o engano de

26 alguém que esteja sendo acusado injustamente. Também é possível indicar a idade de crianças

27 que se perderam dos pais, como em situações de deslocamentos forçados, causados por guerras

28 pelo mundo.

29 No Brasil, a antropologia forense tem muito caminho a percorrer. Ainda não temos essa

30 especialidade com técnicas e métodos brasileiros. Em países como Estados Unidos, Portugal,

31 França, Itália, Inglaterra, Hungria, Argentina e Peru, por exemplo, a antropologia forense avança

32 há mais tempo. Mas quer saber a boa notícia? Aos poucos, essa ciência está conquistando

33 espaço em locais de ensino e investigação por aqui. Já existem cursos de especiali__ação e até

34 centros de pesquisa. Em algumas universidades e Institutos Médicos Legais, onde os mortos em

35 crimes são examinados, há grupos fazendo estudos para criação de métodos e técnicas

36 adequadas à nossa realidade. E muitos especialistas estrangeiros têm participado desse

37 movimento no Brasil! A divulgação dessa ciência é importante para que futuros pesquisadores

38 conheçam e se interessem por ela. Afinal, a antropologia forense pode ser essencial onde só o

39 que resta é… um esqueleto! Que pode ter muito a nos contar!

Fonte: http://chc.org.br/artigo/esqueletos-tambem-falam/ – Texto adaptado

Assinale a palavra que contém o mesmo número de sílabas que a palavra “esqueletos”.


A

Científicas.


B

Investigador.


C

Identificar.


D

Antropólogos.


E

Informações.