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Um fenômeno bastante recorrente na fala do cotidiano, já atestados em estudos de variação linguística, diz respeito ao apagamento de segmentos sonoros, que equivale à supressão de uma consoante, vogal ou mesmo de uma sílaba inteira. Ocorrem ora no início da palavra (enamorar/namorar; arrancar/rancar; está/tá; José/Zé), ora no meio da palavra (manteiga/mantega; xícara/xicra/ óculos/oclos), e ora no final da palavra (fotografia/foto; televisão/tevê; bicicleta/bici), chamados respectivamente aférese, síncope e apócope. Na oitava linha, há dois apagamentos - olhe além da sua porta, pra vê se você suporta.
pra (síncope) e vê (apócope), já que os apagamentos são medial e final, variando com o padrão aceito e requerido nos registros escritos: para e ver.
pra (aférese) e vê (aférese), já que o apagamento é final, variando com o padrão aceito e requerido nos registros escritos: para e ver.
pra (apócope) e vê (apócope), já que o apagamento é final, variando com o padrão aceito e requerido nos registros escritos: para e ver.
pra (aférese) e vê (síncope), já que os apagamentos são final e medial, variando com o padrão aceito e requerido nos registros escritos: para e ver.


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