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“Antônio deu dinheiro _ dona Joana para que voltasse _ casa...

É preciso não esquecer nada


Cecília Meireles

É preciso não esquecer nada:

nem a torneira aberta nem o fogo aceso,

nem o sorriso para os infelizes

nem a oração de cada instante.

É preciso não esquecer de ver a nova borboleta

nem o céu de sempre.

O que é preciso é esquecer o nosso rosto,

o nosso nome, o som da nossa voz, o ritmo do nosso

pulso.

O que é preciso esquecer é o dia carregado de atos,

a ideia de recompensa e de glória.

O que é preciso é ser como se já não fôssemos,

vigiados pelos próprios olhos

severos conosco, pois o resto não nos pertence.

“Antônio deu dinheiro _ dona Joana para que voltasse _ casa dos familiares. Ela queria ficar cara _ cara com os primos.”


A

à, à, à.


B

a, a, a.


C

à, à, a.


D

à, a, à.


E

a, a, à.