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Leia as duas últimas estrofes do “Soneto de Fidelidade”, de...

Leia as duas últimas estrofes do “Soneto de Fidelidade”, de Vinícius de Moraes, a seguir apresentadas, para responder à questão:


“[...] E assim, quando mais tarde me procure

Quem sabe a morte, angústia de quem vive

Quem sabe a solidão, fim de quem ama


Eu possa me dizer do amor (que tive):

Que não seja imortal, posto que é chama

Mas que seja infinito enquanto dure.”


É CORRETO afirmar sobre as estruturas sintáticas dos versos:


A

“E assim, quando mais tarde me procure”

(Não há oração subordinada nesse verso porque a oração está isolada.)


B

“Quem sabe a morte, angústia de quem vive”

(O verbo “saber” é classificado como defectivo.)


C

“Quem sabe a solidão, fim de quem ama”

(Há uma oração subordinada final nessa frase.)


D

“Eu possa me dizer do amor (que tive)”

(O verbo “poder”, nesse caso, está no modo indicativo.)


E

“Mas que seja infinito enquanto dure.”

(Apenas um dos dois verbos é classificado como irregular.)