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Problemas atuais do meio ambiente
A Terra é frágil. Melhor, ficou frágil. Antigamente, quando caçava mamutes, o homem tinha medo da natureza: raios, trovões, inundações, rios e mares enormes, frio e calor. O homem não conhecia a natureza. À medida que a foi conhecendo, também a foi aniquilando, a tal ponto que a situação se inverteu: hoje ele tem medo da própria delicadeza da Terra, enfraquecida diante de sua hostilidade, com seus mecanismos naturais de autorregeneração destruídos pela capacidade desmedida.
Declaramos guerra à natureza e somos os perdedores ao vencê-la. Se a tratássemos com amor, ela poderia ser infinita, desde que não fosse saqueada ao extremo de sua resistência e capacidade regenerativa.
CHIAVENATO, Júlio José. O massacre da natureza. Disponível em: <http://t7d-eja.blogspot.com/>. Acesso em: 28 mar. 2010.
A partir da última reforma ortográfica, ocorrida no nosso idioma, modificaram-se algumas das regras de uso do hífen. O termo “autorregeneraçao” em destaque no texto passou a ser utilizado sem o hífen devido a seguinte alteração na regra anterior:
Nos casos onde o prefixo termina com vogal e a segunda palavra/elemento começa com R ou S, essas letras são duplicadas.
Não se usa mais o hífen quando o prefixo termina em vogal diferente da vogal com que se inicia a segunda palavra/elemento.
Quando o prefixo termina em vogal e o segundo elemento/palavra começa com um consoante diferente de R ou S, não se utiliza o hífen.
Quando o prefixo terminar em consoante e a segunda palavra/elemento começar com vogal, não se usa o hífen.
Deve-se utilizar o hífen para ligar duas ou mais palavras que ocasionalmente se combinam para formar encadeamentos vocálicos.