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Quanto ao uso da tecnologia, em sala de aula, é incorreto afirmar que:
As oportunidades de leitura estão em toda parte, numa variedade de gêneros que evidenciam a efervescência tecnológica que passa o mundo. A velocidade da informação permite que o conhecimento seja revisto, renovado, modificado e sistematizado. Diante desse conhecimento dinâmico, Kleiman e Morais ressaltam que “as sociedades, altamente tecnologizadas, precisam de indivíduos que possam continuar o processo de aprendizagem independente, e, para isso, o cidadão precisa ler”.
As novas tecnologias podem ser utilizadas na comunicação e interação entre pares ou grupos e assim tornar o ato de ler uma prática de aprendizagem e porque não dizer única.
O uso das tecnologias possui um valor relativo, ele será relevante se for adequado e coerente com os objetivos traçados pela escola e pelo professor. Dessa forma, a tecnologia se justifica pelos objetivos almejados.
O educador além de ter que conhecê-los e manuseá-los, precisa acompanhar as constantes mudanças e concretizá-las, de fato, na utilização de estratégias que direcionem o aluno a realizar a leitura de diferentes gêneros textuais que se fazem presentes no contexto tecnológico.
As tecnologias serviram como uma renovação no campo da leitura e da escrita e, no dia a dia das pessoas. A escola precisa fazer uso dessa ferramenta a favor da aprendizagem, já que os gêneros textuais se (re)criam a cada instante.