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Em um dos fragmentos abaixo o autor emprega uma expressão...

TRABALHADOR NÃO É MÁQUINA


A vida de um desempregado é horrível, porque na nossa sociedade tudo depende do trabalho: salário, contatos profissionais, prestígio e (quando se é católico) até o resgate do pecado original e o bilhete de ingresso para o paraíso. Portanto, se falta o trabalho, falta tudo.

Mas corre-se o risco de que o problema do desemprego coloque em segundo plano o problema de quem tem um emprego. Com uma frequência sempre maior, a vida do trabalhador é transformada num inferno, porque as organizações das empresas se preocupam em multiplicar a quantidade de produtos, mas não dão a mínima para a felicidade de quem os produz.


DE MAIS, Domenico. In: O Ócio Criativo. Rio de Janeiro: Sextante, 2000.


Com base no texto acima, responda as questões de 01 a 03:

Em um dos fragmentos abaixo o autor emprega uma expressão comum da linguagem coloquial. Aponte-a:


A

“A vida de um desempregado é horrível”


B

“Mas corre-se o risco”


C

“mas não dão a mínima”


D

“se falta o trabalho, falta tudo.”


E

“em multiplicar a quantidade de produtos”