A referência ao cartesianismo, cuja máxima está no "Penso, logo, existo", consiste em
intenção motivadora, justificando a necessidade de busca de realização pessoal, mesmo que ela possa trazer orgulho no sucesso ou dor diante de eventual fracasso.
recurso argumentativo, no sentido de demonstrar que a sociedade moderna dispõe de meios incontestáveis para que as pessoas se afirmem perante si mesmas.
paráfrase irônica, reafirmando a crítica a um tempo em que mais se mexem os dedos no iPhone do que se ativam os neurônios.
alerta contra as dificuldades que cercam a realização de certo tipo de trabalho, com que as pessoas tendem a ocupar as horas do cotidiano visando a construir sua autoestima.
constatação irrefutável de que o homem sofreu como condenação ter de trabalhar, em razão das condições que se apresentam a ele, em seu nascimento.