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Em seu texto, MAKUNAIMA, O MEU AVÔ EM MIM!, o artista Jaider Esbell questiona o sequest...

Em seu texto, MAKUNAIMA, O MEU AVÔ EM MIM!, o artista Jaider Esbell questiona o sequestro simbólico de Makunaimî, ancestral comum a vários povos indígenas, por produções culturais brancas tanto na etnologia quanto na literatura, como se lê no trecho a seguir:


Significativamente, Makunaima é envolvido nas leituras que são propostas por diversos influentes sobre o caráter duvidoso do brasileiro. Isso está relacionado também com a Semana de Arte Moderna de 1922, tempo de quase um século quando surgimos com mais essa demanda. O hoje e o futuro dessa gente-nação de identidade desafiadora, beirando o fantástico, de onde mesmo lhe é proposto com arte. Pena Mário não estar mais aqui para ver e sentir esses outros lados dos movimentos. Mas não tem problema, suas crias, que também o sou, estão por aqui.


Ao falar de Makunaima, Esbell se refere, mais especificamente, a “Macunaíma: o herói sem nenhum caráter”. O autor desta obra e sua fonte inspiração é:


A

Oswald de Andrade, que usou como fonte inspiradora para a criação da personagem os relatos da viagem ao nordeste de Mário de Andrade.


B

Mário de Andrade, que usou como fonte inspiradora para a criação da personagem os relatos da viagem a Minas Gerais realizada pelo grupo modernista integrado por Oswald de Andrade e Tarsila do Amaral.


C

Oswald de Andrade, que usou como fonte inspiradora para a criação da personagem os relatos do psiquiatra italiano Cesare Lombroso.


D

Mário de Andrade, que usou como fonte inspiradora para a criação da personagem os relatos do etnólogo alemão Theodor Koch-Grünberg.


E

Mário de Andrade, que usou como fonte inspiradora para a criação da personagem os relatos do artista francês Jean-Baptiste Debret.