
O autor do texto, nas primeiras 22 linhas,
cita um Fichte para alertar acerca de certos filósofos que costumam estabelecer jogos de oposições sem consistência lógica, apesar da aparente racionalidade.
desvaloriza as idéias de Fichte por julgar que os contrastes do seu raciocínio são próprios de um espírito desprovido de razoabilidade, carência que não atribui a esse filósofo.
nega qualquer concordância com as idéias de Fichte, visto que este filósofo pensa a liberdade na sua relação com os obstáculos que a impedem.
apresenta a premissa de suas reflexões e alerta para que não seja confundida com idéia de Fichte, cujo discernimento relativiza.
detalha as idéias de Fichte e, por aproximações, defende a convergência de pressupostos e pontos de vista entre ele e o filósofo, sem negar, entretanto, diferenças de métodos.