A linguagem coloquial aparece seguidas vezes no texto. O
segmento que a exemplifica é:
A
“A divulgação dessa nossa capacidade autóctone para a
incessante delonga transpõe as fronteiras e o Atlântico”;
B
“Ainda há pouco, lendo um livro francês sobre o Brasil,
incluído numa coleção quase didática de viagens, encontrei
no fim do volume algumas informações essenciais sobre nós
e sobre a nossa terra”;
C
“Ora, este francês astuto agarrou-nos pela perna. O resto eu
adio para a semana que vem”;
D
“A primeira é ainda escassamente conhecida, e nada
compreendida, no Exterior; a segunda, no entanto, já anda
bastante divulgada lá fora, sem que, direta ou
sistematicamente, o corpo diplomático contribua para isso”;
E
“Quanto à morte não devem ser esquecidos dois poemas
típicos do Romantismo: na Canção do Exílio, Gonçalves Dias
roga a Deus não permitir que morra sem que volte para lá,
isto é, para cá”.