Uma antropóloga francesa, que estuda o povo
zoé, lembra que, “desde o primeiro contato, esse
povo foi apresentado ao mundo em reportagens
que enfatizavam a ‘pureza’ e a ‘fragilidade’ e
os descreviam como um dos últimos grupos
intactos na Amazônia.” Segundo ela, trata-se,
de fato, de um povo indígena não atingido pela
sociedade branca nem pela mensagem cristã.