O autor do texto parece referendar a afirmação atribuída ao poeta espanhol António Machado, pois ambos
A
repudiam os caminhos que configuram autoritariamente o espaço de nossa circulação pelo mundo.
B
desconsideram a alternativa imaginária de um caminho mais prazeroso do que o traçado de uma linha reta.
C
se deixam atrair pela possibilidade de atravessar os espaços e o tempo de modo a configurar uma rotina.
D
consideram que é possível conciliar a rota dos caminhos impostos com aquela que anima o nosso espírito.
E
acreditam que os congestionamentos induzem-nos a esquecer a ditadura dos relógios e dos compromissos.