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Existem atualmente mais de 300 línguas de sinais distintas no mundo, tais como a Libras (Língua Brasileira de Sinais) no Brasil, a ASL (American Sign Language) nos Estados Unidos, a LGP (Língua Gestual Portuguesa) em Portugal e a LSF (Langue des Signes Française) na França, dentre outras. A respeito dessas línguas, é incorreto afirmar:
Cada comunidade surda desenvolve sua língua de sinais de forma autônoma, com gramática e vocabulário próprios.
Existe uma forma de comunicação chamada International Sign (IS), utilizada em congressos e eventos internacionais, mas que não constitui uma língua completa nem oficial.
Todas as línguas de sinais derivam diretamente da ASL (American Sign Language), sendo apenas variações regionais de uma mesma língua.
As línguas de sinais não são universais, mas sistemas independentes, criados e desenvolvidos por diferentes comunidades surdas ao redor do mundo.
Assim como as línguas faladas, as línguas de sinais refletem a cultura e a identidade de suas respectivas comunidades surdas.