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Uma escola municipal de Vitória da Conquista está ajustando seu Projeto Político-Pedagógico para acolher estudantes surdos. A equipe pedagógica e os professores discutem como organizar o Atendimento Educacional Especializado (AEE) e as salas comuns, visando superar o modelo de integração e concretizar a inclusão. A discussão gira em torno da utilização de intérpretes em salas regulares ou da implementação de modalidades bilíngues específicas de acordo com a legislação vigente. Com base nesse caso e na legislação brasileira, qual fundamento deve orientar a organização da educação para estudantes surdos?
Efetuar a matrícula em turmas comuns de ensino regular desvinculada da necessidade de adaptações linguísticas ou curriculares.
Compreender o bilinguismo como o uso técnico de duas línguas, dissociado das dimensões culturais e identitárias do sujeito.
Reconhecer a educação bilíngue como modalidade própria, assegurando Libras como primeira língua e o português escrito como segunda.
Adotar o português como língua de instrução principal, utilizando a Libras como recurso auxiliar.
Organizar o AEE como atividade de reforço escolar, em detrimento da convivência com pares surdos e do ambiente linguístico.