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Leia o trecho da reportagem a seguir:
Retomada
Em abril, o país amargou a perda de 948 mil de postos de trabalho,
diante da paralisação dos negócios pelas corretas medidas de
isolamento social adotadas por governadores e prefeitos para
desacelerar o avanço da doença. Em maio, o mercado de trabalho
assistiu à ceifa de 366.200 vagas. Foram os dois meses de maior desafio.
Depois, houve recuperação e, mês a mês, as vagas formais têm se multiplicado.
A partir de julho, o país começou a criar vagas formais de trabalho.
Naquele mês, entre pessoas que amargaram demissões e foram
contratadas, o saldo ficou em 137.695. Os dados de agosto mostram que
o mercado formal criou 242.714 novos postos de trabalho. Em
setembro, foram 314.903 vagas criadas. Já em outubro, o crescimento
foi de 389 mil vagas.
Disponível em: https://veja.abril.com.br/economia/em-recuperacao-historica-emprego-formal-passa-a-tersaldo-positivo-no-ano/.
De acordo com o trecho da reportagem, “a partir de julho, o país começou a criar vagas formais de trabalho”. Considerando os dados de agosto e setembro, podemos concluir que a quantidade total de vagas formais de trabalho criadas nesses dois meses foi de:
137 695.
242 714.
389 000.
557 617.