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Visando à melhoria nas medidas de precaução universal de biossegurança em seu local de trabalho, certo Agente Auxiliar da Perícia Oficial da Polícia Científica do Paraná foi incumbido de medir o risco biológico, em ambiente controlado, até que se caracterize uma “falha na biossegurança” para os padrões preestabelecidos. Sobre tal testagem, sabe-se que haverá a exposição de 1,0 ml de determinada amostra volátil identificada como “BIO”, durante o primeiro minuto. Não apontada a “falha na biossegurança”, haverá a exposição de mais 1,2 ml de “BIO” por mais 1 minuto. Caso a “falha” ainda não for apontada, haverá a exposição de mais 1,4 ml de “BIO”, também por mais 1 minuto, e assim por diante, sempre aumentando 0,2 ml de “BIO” a cada testagem, até que seja apontada a “falha na biossegurança”. Sabendo que essa “falha” foi apontada apenas após uma hora de testagens e que o tempo entre uma testagem e outra é insignificante, é correto afirmar que, no total, foram usados
menos de 10 ml de “BIO”.
entre 10 ml e 100 ml de “BIO”.
entre 100 ml e 200 ml de “BIO”.
entre 200 ml e 400 ml de “BIO”.
mais de 400 ml de “BIO”.