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Paciente, 67 anos, sexo masculino, refere dispneia aos grandes esforços, tosse seca e pouca expectoração clara há vários anos, nega febre. Tabagista de 50 maços/ano. Nega comorbidades, história de atopia ou medicamentos de uso contínuo. Nega história familiar de asma. Ao exame físico, apresentou alteração na Saturação O2 91% AA, diminuição da expansibilidade torácica, diminuição do murmúrio vesicular bilateralmente. Diante do paciente do caso clínico descrito, assinale a alternativa que aponta a melhor hipótese diagnóstica.
DPOC. A espirometria com VEF1/CVF <0,7 pós-broncodilatador confirma a presença de limitação persistente da via aérea, contudo não é essencial para o diagnóstico.
Asma, em episódios de exacerbação, pode-se utilizar corticosteroides.
DPOC. Na revisão GOLD (Global Initiative for Chronic Obstrutive Lung Disease) 2019, foi introduzida a contagem de eosinófilos, utilizada como biomarcador para estimar a eficácia dos corticoides inalatórios para prevenção de exacerbações.
Pneumonia, considerar tratamento intra-hospitalar.
DPOC exacerbada. Realizar Rx de tórax e iniciar antibioticoterapia de imediato.