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Paciente, 54 anos, chega ao pronto-socorro levado por bombeiros com relato de trauma automobilístico há cerca de 35 minutos. No atendimento inicial, evidenciam-se: via aérea pérvia com paciente queixando-se de dor; tórax simétrico com murmúrio vesicular levemente reduzido à esquerda, onde nota-se extensa escoriação na parede anterior do tórax; SpO2 91% com máscara de O2 12l/min; PA 170X100 mmHg; FC 115bpm; pelve estável; abdome indolor; GCS 15. Sobre o trauma torácico, é correto afirmar que
o diagnóstico de pneumotórax deve ser clínico, evitando que se postergue o diagnóstico com exames complementares.
a radiografia de tórax é um exame indispensável, devendo ser realizada logo ao término da avaliação inicial.
a dor é um sintoma comum e limitante, porém deve-se evitar o uso de opioides no atendimento inicial, sob risco de depressão respiratória em pacientes que já apresentam comprometimento ventilatório devido ao trauma.
as fraturas de esterno são as fraturas mais comuns em pacientes vítimas de trauma torácico devido ao posicionamento anterior dessa estrutura no tórax.
a contusão pulmonar nunca necessita de tratamento com antibióticos.