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A expressão “vigilância epidemiológica” passou a ser aplicada ao controle das doenças transmissíveis na década de 1950, para designar uma série de atividades subsequentes à etapa de ataque da Campanha de Erradicação da Malária, vindo a designar uma de suas fases constitutivas. Sobre as atividades da vigilância epidemiológica em território nacional, é CORRETO afirmar:
A notificação compulsória de doenças e agravos não constitui informação de relevância para a elaboração de políticas de vigilância epidemiológica.
A investigação epidemiológica de casos e epidemias constitui-se em uma atividade obrigatória de todo sistema local de vigilância epidemiológica.
Frente a epidemias de doenças transmissíveis, o isolamento dos pacientes deve ocorrer apenas quando confirmado o diagnóstico e não quando há apenas suspeita, pois, pode gerar problemas psicossociais.
Deve-se evitar a busca ativa de casos durante a investigação epidemiológica para não submeter os indivíduos a situações de constrangimento.
A investigação de surtos e epidemias deve-se conduzida pela equipe de agentes de saúde de cada região.