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A sepse de foco abdominal decorrente de doença inflamatória...

Uma paciente de 17 anos de idade, com múltiplos parceiros, iniciou sexarca aos 12 anos de idade. Nuligesta, sem uso de método contraceptivo, apresenta dispareunia associada a secreção esbranquiçada via vaginal há uma semana, com febre baixa aferida há um dia. Ao exame físico, está em BEG, corada, hidratada, AAA, RCR a 2T sem sopros, BNF, com PA = 120 mmHg x 80 mmHg , FC = 90 bpm, MV presente bilateralmente, sem ruídos adventícios, FR = 16 irpm e SatO2 = 95% em ar ambiente. Verificam-se abdome inocente, sem massas palpáveis, ruídos presentes e normais; especular colo com volume normal, superfície regular, orifício externo circular com secreção esbranquiçada em moderada quantidade. Toque colo doloroso à mobilização, dor à palpação anexial bilateral. Apresenta, como exames complementares, hemograma com leucocitose de 16 mil com desvio (bastonete 4% e segmentados 94%), proteína C reativa de 20 e velocidade de hemossedimentação na primeira hora de 50, ultrassonografia pélvica transvaginal com endométrio de 16 mm, associado à imagem anexial esquerda de 40 mm, integra compatível com abscesso tubo-ovariano.


Tendo em vista esse caso clínico e os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.

A sepse de foco abdominal decorrente de doença inflamatória pélvica, como no desse caso, deve ser tratada em ambiente de cuidados intensivos pelo risco de choque séptico precoce.


C

Certo


E

Errado