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Risco residual em doença arterial coronariana refere-se ao risco elevado de recorrência de eventos cardiovasculares, como infarto ou morte cardiovascular, em pacientes com coronariopatia, apesar da utilização de terapia otimizada com estatina de alta potência e antiplaquetários. Por isso, há diversos estudos sendo realizados sobre novas terapias para redução desse risco. A droga que tem se mostrado promissora em ensaios clínicos randomizados na redução do risco residual tanto em paciente com doença arterial coronariana estável quanto em paciente com síndrome coronariana aguda recente é:
metotrexate.
colchicina.
leflunomida.
infliximabe.
rituximabe.