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Após a realização da territorialização da área de abrangência da Unidade Básica de Saúde (UBS) onde atua, o médico Rogério identificou a presença de grande quantidade de adolescentes, o que o surpreendeu por não identificar o mesmo aspecto nas consultas individuais que realiza. Qual, dentre as alternativas abaixo, está CORRETA com relação à ação que Rogério pode realizar no intuito de aproximar-se do cuidado em saúde dos(as) adolescentes de sua área de abrangência?
Rogério não deve buscar realizar grupos com os(as) adolescentes de sua área de abrangência. Por apresentarem interações mais brutas que os adultos, e por vezes ameaçadoras, eles(as) podem provocar maior dificuldade em trabalhar a contratransferência do facilitador. Assim sendo, Rogério deve buscar a abordagem deles(as) através de consultas individuais.
Rogério não deve fazer nenhuma abordagem com os(as) adolescentes de sua área de abrangência. Pela baixa incidência de agravos nessa população e pela participação em atividades relacionadas à sua saúde ser, muitas vezes, imposta pelos pais, os(as) adolescentes não têm motivação suficiente para essas ações, o que as tornariam infrutíferas.
Rogério deve, inicialmente, realizar grupos com os(as) adolescentes da sua área de abrangência, pois eles(as) toleram melhor um formato grupal, mais diluído, que uma situação individual, na qual os inquietantes sentimentos estão mais concentrados na relação médico-pessoa e, por isso, são mais ameaçadores.
Rogério deve, inicialmente, realizar grupos com os(as) adolescentes da sua área de abrangência, em que são úteis uma caixa com material para desenhos, um quadro negro e jogos coletivos. A intervenção deve ser ativa, por vezes com cunho pedagógico esclarecedor e, se possível, com a presença de mais de um profissional como facilitador.