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A hipertensão é a mais prevalente entre todas as Doenças Crônicas Não Transmissíveis. Seus principais fatores de risco são consumo excessivo de bebidas alcoólicas e de sal, sobrepeso ou obesidade, má alimentação, histórico familiar, idade, gênero, raça e inatividade física, sendo agravada pela presença de outros fatores de risco como dislipidemia, obesidade abdominal, intolerância à glicose e diabetes mellitus. A respeito do tratamento medicamentoso, é INCORRETO afirmar-se:
A hidralazina deve ser utilizada em monoterapia no paciente idoso.
Entre os efeitos indesejáveis dos inibidores de enzima de conversão, destacam-se tosse seca, alteração do paladar e reações de hipersensibilidade (erupção cutânea, edema angioneurótico).
Em adolescentes e mulheres jovens em idade fértil e que não façam uso de método anticoncepcional aceitável, o emprego dos inibidores da ECA deve ser cauteloso devido ao risco de malformações fetais.
Os inibidores de enzima de conversão retardam o declínio da função renal, podendo ser prescritos a pacientes com nefropatia diabética ou de outras etiologias.
Agentes betabloqueadores podem acarretar intolerância à glicose, hipertrigliceridemia e redução do HDL-colesterol.