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O diagnóstico de pacientes com crises epilépticas pode ser um grande desafio, mesmo para clínicos muito experientes. Algumas particularidades podem tornar o diagnóstico especialmente difícil. Com relação a essas particularidades é INCORRETO afirmar:
Raramente é possível surpreender ou reproduzir os sinais/sintomas em consulta, sendo a avaliação clínica feita no período intercrítico.
A anamnese e o exame físico geral e neurológico são frequentemente a base do diagnóstico, mas fornecem informações pouco específicas.
A ocorrência frequente de alteração de consciência limita a descrição dos sintomas pelo paciente.
Os exames complementares para avaliação intercrítica são de baixa sensibilidade, especificidade e geralmente não estão disponíveis para as equipes da atenção primária.
O registro de um evento é habitualmente limitado pela alta frequência do fenômeno e o baixo custo das avaliações.