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A anomalia de Ebstein foi inicialmente descrita em 1866 por Whilhelm Ebstein e pode se associar a outras anomalias cardíacas ou extracardíacas, entre essas, a comunicação interatrial (80-94%) e as vias acessórias (20- 30%). Em relação à anomalia de Ebstein, assinale a alternativa correta.
O acometimento da cúspide anterior é mais comum que o da inferior ou septal
A melhor incidência ecocardiográfica para avaliação a anomalia de Ebstein é a paraesternal longitudinal
A medida do deslocamento é feita entre os locais de inserção das valvas atrioventriculares e quando normalizada para a área da superfície corpórea, uma distância maior que 6 mm/m² é indicativa de anomalia de Ebstein
Na anomalia de Ebstein há um deslocamento apical (inserção do folheto tricúspide > 10 mm apical além do plano de inserção da valva mitral) de um ou mais folhetos da valva
Nesses casos, é muito comum a hipertensão pulmonar severa e o grau de "atrialização " não tem interferência no prognóstico