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Cláudia retorna após 3 meses referindo melhora de corrimento vaginal, mas apresentando dor pélvica moderada progressiva há 5 dias associada a sangramento vaginal. Data da última menstruação foi há cerca de 1 mês e meio e ela tem usado preservativo, mas não em todas as relações. Ao exame, apresenta-se em bom estado geral, corada, hidratada, FC 72, PA 120x70, FR 18; exame abdominal evidencia abdome plano, ruídos hidroaéreos presentes, flácido, com dor à palpação de hipogástrio; o exame especular evidenciou vagina trófica, com corrimento fisiológico, colo uterino fechado, sem sangramentos; toque vaginal com dor à palpação do útero e anexos, sem massas anexais. Você deseja fazer teste rápido de gravidez, porém não está disponível na unidade. A conduta mais adequada para o caso seria:
Solicitar Beta-HCG e ultrassonografia transvaginal e orientar retorno com os exames ou antes se houver piora do quadro.
Prescrever anti-inflamatório não esteroide e orientar retorno em 48 horas para novo exame físico, uma vez o diagnóstico está incerto.
Prescrever ceftriaxona injetável com doxiciclina e metronidazol oral, pois o diagnóstico mais provável é de doença inflamatória pélvica.
Encaminhar à emergência para avaliação diagnóstica e com exames complementares de urgência.