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Vitória, 34 anos, leva seu filho Pedro, 17 anos, para a consulta. Segundo a mãe, ele sempre foi um menino mais reservado, não conversava muito com as pessoas. Pedro havia prestado o vestibular para Medicina e era muito cobrado pelo pai, que é médico, para ser aprovado. Como não obteve aprovação pela 2ª vez no início deste ano, a mãe notou que ele começou a ficar cada vez mais isolado, há cerca de 2 meses ele fica falando que tem pessoas que o perseguem (sic) e que alguém pode ter colocado um rastreador nele para que ele não passasse no vestibular (sic). A mãe notou também que ele fica um, dois e até três dias sem tomar banho, deixar a barba por fazer e não atende o celular, pois diz que pode ser “rastreado” e somente liga o celular para jogar. Um colega começou a se aproximar mais de Pedro há cerca de um ano e a mãe acredita que ele tem usado cannabis eventualmente, talvez uma vez por semana. Há uma semana teve um episódio mais agressivo, quando a mãe o confrontou sobre uso de maconha e aí ela decidiu procurar o serviço de saúde. A melhor conduta inicial neste caso seria:
Iniciar medicamento antipsicótico e investigar causas secundárias e/ou orgânicas
Solicitar internação imediata pelo risco de suicídio
Buscar um diagnóstico preciso da situação antes de iniciar qualquer medicamento
Encaminhar para psicólogo, pois os sintomas se devem a fase conturbada de vida