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Ricardo, 44 anos, auxiliar de construção civil, entra em contato com sua equipe de saúde através do acolhimento virtual, relatando queixa de disúria há cerca de uma semana, sem outros sintomas. A enfermeira Carina então agendou sua consulta para o dia seguinte, considerando a urgência relativa e diagnósticos diferenciais. Ao chegar para atendimento médico presencial, Ricardo apresentava-se agitado, sem se concentrar nas perguntas iniciais, relatando rapidamente queixa de náuseas, desconforto abdominal, poliúria e muita sede, já se levantando em seguida em direção ao bebedouro do Centro de Saúde. Negou diagnósticos prévios ou atuais e uso de medicamentos. Ao exame: Regular estado geral, eupneico, hipocorado, desidratado, afebril. Frequência cardíaca: 122 bpm, Pressão arterial: 90 x 60 mmhg, Glicemia capilar: 399 mg/dl. Ausculta cardíaca e respiratória sem alterações. Abdome inocente. Considerando o diagnóstico mais provável e a conduta adequada para o momento, é correto afirmar que:
por se tratar de um quadro clássico de estado hiperglicêmico hiperosmolar, Ricardo deve receber imediatamente hidratação vigorosa, insulinoterapia e ser encaminhado ao serviço de urgência.
pensando em uma suspeita de cetoacidose diabética, estaria indicado a hidratação vigorosa e insulinoterapia no Centro de Saúde e, após estabilização do quadro, encaminhar para avaliação no serviço de urgência.
considerando uma suspeita de cetoacidose diabética, Ricardo deve ser encaminhado ao serviço de urgência para realização de exames complementares, estando contraindicada hidratação e insulinoterapia até os resultados.
considerando que Ricardo não apresenta critério diagnóstico para diabetes no atendimento em questão, estaria bem indicado o encaminhado ao serviço de urgência para estabilização do quadro e retorno ao Centro de saúde para investigação.