

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Heloise, 18 anos, mulher trans, estudante de fisioterapia, hígida sem comorbidades e com planos de iniciar hormonioterapia em breve, chega ao centro de saúde assustada e pede para consultar-se com urgência com sua MFC, Laura. Refere estar com “algo estranho” na bolsa testicular. Esta manhã acordou com dor forte, súbita e edema escrotal à esquerda, acompanhada de náuseas. Heloise nega relações sexuais desprotegidas no último ano. Ao exame físico apresenta edema e dor durante a palpação com hiperemia da parede escrotal, reflexo cremastérico ausente. Assinale a alternativa que apresenta a conduta mais adequada nesse caso.
Prescrever anti-inflamatórios não esteroides, orientar limitação das atividades e uso de compressas frias.
Encaminha-la à emergência cirúrgica de imediato.
Iniciar doxiciclina, 100 mg via oral de 12/12h, por 10 dias e encaminhar ao ambulatório de referência.
Solicitar ultrassonografia testicular com doppler para diagnóstico diferencial entre torção testicular e orquiepididimite.