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Mulher, 54 anos, é diabética e hipertensa desde os 42 anos. Durante a segunda gestação com 39 anos, apresentou diabetes gestacional e pré-eclâmpsia. Menopausada desde 47 anos. Teve Covid-19 no ano anterior. Vacinação atualizada. Em uso de metformina XR 500 mg na dose total de 1.000 mg/dia; glibenclamida 5 mg na dose total de 10 mg/dia e enalapril 10 mg na dose de 40 mg/dia. Em acompanhamento regular com seu médico de família há 6 anos. Paciente retorna em consulta preocupada com emagrecimento de 12 Kg nos últimos 4 meses e queixas de cansaço. Tinha Índice de Massa Corporal (IMC) de 24 kg/m2 . Nega sintomas urinários. Porta exames solicitados na última consulta e feitos na semana anterior à consulta atual: glicemia jejum = 380 mg/dL; HbA1C = 10,5%; creatinina = 2,2 mg/dL; TFG (taxa de filtração glomerular) CKD-EPI = 25 mL/min/1.73 m²; transaminases levemente acima do limite superior da normalidade; B12 = 111 pg/mL (300-900); EQU com glicosúria de 4+/4+ e cetonuria 1+/4+. Qual a conduta inicial mais adequada para o manejo glicêmico nesse caso?
Aumentar a dose de metformina e glibenclamida até dose máxima preconizada.
Suspender a metformina devido à perda de função renal, aumentar a dose de glibenclamida e instituir pioglitazona.
Suspender a glibenclamida, aumentar a dose de metformina até a dose máxima permitida e instituir insulina.
Suspender metformina devido a TFG, ajustar glibenclamida até dose máxima permitida e instituir inibidor do cotransportador de sódio-glicose-2 (inibidor de SGLT2).
Suspender metformina e glibenclamida. Iniciar insulinoterapia devido à descompensação glicêmica e reavaliar a reserva de insulina da paciente.